\ A VOZ PORTALEGRENSE

domingo, fevereiro 08, 2026

A 'nova' União Nacional

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Quem diria!
Uma «União Nacional» nesta Terceira República.
Nesta segunda volta das eleições presidenciais, tal como no Estado Novo, o vencedor de hoje já era antecipado.
mj

sábado, fevereiro 07, 2026

Presidenciais e a direita tolerada

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A tal direita que nunca foi direita, mas que é a direita que a esquerda tolera nesta Terceira República.

mj
 

sexta-feira, fevereiro 06, 2026

Ainda há que resiste!

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Paulo Núncio, deputado do CDS, tem os dias contados. Não tardará a ser cancelado, a começar dentro do próprio partdo.

Pagará caro o "atrevimento" que teve!
mj

quinta-feira, fevereiro 05, 2026

RP - Desabafos - Contagem final

No próximo domingo termina mais um ciclo eleitoral, começado com eleições legislativas antecipadas, seguindo-se autárquicas e agora presidenciais.

Não antecipando qualquer resultado em relação a domingo 8 de Fevereiro, quanto ao futuro, pode-se dizer que tudo está como dantes. O Centrão continua maioritário, e o povo sentir-se-á feliz, porque é sinal de que o “pão e circo” vão continuar, ficando a “conta” para as gerações futuras.

Que importa o amanhã se o hoje é pleno de festas e festinhas, romarias e procissões.

O salário mínimo continua a aumentar, enquanto vertiginosamente se aproxima do salário médio. A proletarização, tão grada à esquerda, galopa sobre a classe média, e os ricos estão cada vez mais ricos. É o socialismo no seu resplendor.

Antes de Abril de 1974 era proibido estar contra o regime. Hoje acontece o mesmo. Quando não se alinha com o Centrão é-se caluniado, insultado, e, a ‘arma maior’, cancelado.

Antes de Abril de 1974 havia censura, uma censura que primava quantas vezes pelo absurdo e pelo ridículo. Hoje há censura, uma censura sibilina, cujos agentes são os comentadores que enxameiam as televisões e jornais de expressão nacional, todos lendo pela mesma cartilha, que é a defesa do regime, um regime cada vez mais corroído pelo maniqueísmo, pela corrupção, pela usura.

Hoje os novos censores, ligados à esquerda, da mais radical à falsamente moderada, são piores que os seus antecessores.

E a essa esquerda falsamente moderada, juntou-se agora um conjunto de gente que se auto apelida de ‘notáveis’, vinda de uma direita que nunca foi direita, uma direita que nas últimas cinco décadas a esquerda permite e tolera.

Tempos instáveis aproximam-se.

Mário Casa Nova Martins

2 de Fevereiro de 2026

Rádio Portalegre

quarta-feira, fevereiro 04, 2026

Ucronia - Pátria

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Ucronia é um género literário e um conceito filosófico que reconstrói a história imaginando cenários hipotéticos, explorando o "e se..." um evento passado tivesse ocorrido de outra forma.

Derivado do francês ‘uchronie’ (1876), combina o grego ou (não) e chronos (tempo), significando "tempo que não existiu" ou "história alternativa". 

História Alternativa: Explora como o mundo seria se eventos chave (guerras, descobertas) tivessem resultados diferentes.

Diferença da História: A ucronia diferencia-se do trabalho do historiador por não se basear em fontes materiais, sendo uma obra de ficção ou especulação, enquanto a história estuda o que realmente aconteceu

Ucronia vs. Utopia: Enquanto a utopia descreve um "não lugar" ideal, a ucronia descreve um "não tempo" histórico.

terça-feira, fevereiro 03, 2026

A verdade dói

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A verdade dói

mj

segunda-feira, fevereiro 02, 2026

AA - Paulo de Portalegre

 

Paulo de Portalegre

Figura insigne da igreja católica portuguesa do seu tempo, é um desconhecido na sua terra natal, cujo nome adoptou como apelido.

Paulo nasceu em Portalegre em 1437, e veio a falecer no convento de S. Elói de Lisboa em 1510, onde ficou sepultado.

É educado por Fr. João de Santa Maria, religioso de S. Jerónimo, que vivia num oratório perto de Portalegre. Mais tarde vive sob a tutela de seu tio Fernão Álvares Bombeiro, e é recebido no Convento de S. Elói de Lisboa como noviço aos 13 anos, professando nesse mesmo Convento aos 18 anos. Entre 1468 e 1469 compõe a sua obra máxima, o «Memorial». Entre 1469 e 1471 vai a Roma e a Jerusalém visitar os Lugares Santos. Em 1471 é nomeado Reitor do Convento de Vilar de Frades, começando aí sucessivamente a desempenhar cargos de grande importância na Ordem.

Mas o que ainda hoje marca a importância da vida de Paulo de Portalegre é o «Novo Memorial do Estado Apostólico», primeira crónica dos Lóios.

Este trabalho estava na Torre do Tombo, esquecida que era a sua existência, se bem que ao longo do tempo vários autores a ele se referiram.

Além deste trabalho, também Paulo de Portalegre escreve sobre a sua viagem à Terra Santa, «Itinerário da jornada à Terra Santa», mas que até hoje se desconhece, perdido ou ‘escondido’ em qualquer parte, e «Breve tratado sobre a morte do Duque de Bragança D. Fernando II», do qual se conhecem cópias.

A extinta editora dos jesuítas, ‘Roma Editora’, editou a obra «Novo Memorial do Estado Apostólico» com o subtítulo «Primeira Crónica dos Lóios – Edição crítica por Cristina Sobral», em Setembro de 2007, com «Apresentação de José Mattoso».

A obra apresenta uma notável edição crítica pela professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Cristina Sobral, precedido de um estudo pormenorizado sobre o Autor e de uma breve história da Congregação até ao século XV.

Mário Casa Nova Martins

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domingo, fevereiro 01, 2026

Não são fotografias falsas

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Não interessa o partido. Esta deputada envergonha o Parlamento Português.

As fotografias são factos provados da vida da indivídua.

IIona Anna Staller, por certo coraria face a esta mulher.

mj

terça-feira, janeiro 20, 2026

RP - Desabafos - Final presidencial

Final presidencial

No rescaldo desta noite eleitoral, mais ou menos longa, o que fica é que os portugueses estão divididos em termos políticos e ideológicos, mais do que nunca.

Foi uma campanha para a eleição do presidente da República sem grandes motivos de interesse. A luta do ‘mau’ contra os ‘bons’, ou dos ‘bons’ contra o ‘mau’, a insinuação, a calúnia, a mentira, campearam. Nada de que não se estivesse à espera.

Contudo, o ponto mais importante deste processo eleitoral é que ele vai conduzir ao fim de um mandato de uma década daquele que para muitos, onde nos incluímos, foi o pior presidente, quer da Primeira, da Segunda, quer desta Terceira República.

O ainda presidente da República foi um elemento desestabilizador, perturbador da vida política portuguesa nesta última década. Falso, intriguista, manipulador, menorizou ao longo do tempo a função que desempenhava, tornando o seu mandato presidencial, muitas vezes caótico, hipócrita.

O ainda presidente da República não honrou a função presidencial, tornando-se muitas vezes cúmplice de atitudes circenses que em nada o dignificavam. Também em termos internacionais, não criou empatia com os seus congéneres, nunca foi considerado credível, fiável.

Não vai ser fácil à Instituição Presidência da República recuperar o prestígio que teve e que deve ter. Foram anos de forte perturbação, de achincalhamento, de mediocridade cívica e também moral. Irá demorar tempo a recuperar a dignidade que lhe é devida.

Mário Casa Nova Martins

19 de Janeiro de 2026

Rádio Portalegre

segunda-feira, janeiro 19, 2026

Pois...

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sábado, janeiro 17, 2026

«O Independente»

 

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sexta-feira, janeiro 16, 2026

AA - Tempos incertos

Tempos incertos

Uma das características da política, além da retórica, é o cinismo. As promessas que os políticos fazem, principalmente nas campanhas eleitorais, estão carregadas de retórica e também de cinismo, para não se falar de falsidade em relação a muitas delas.

Porém, se há algo que não se pode apontar ao actual presidente dos EUA é o de ser retórico ou cínico. Desde a primeira hora disse ‘ao que ia’, ninguém hoje pode dizer que Trump mentiu, enganou. É caso para dizer, “habituem-se”!

Os europeus no século XIX utilizaram a ‘política da canhoeira’ para explorar as riquezas de África.

No mesmo século XIX os europeus, tornados americanos, realizam a conquista do oeste, com o extermínio dos povos nativos, ocupando-lhes as terras, e tudo o mais. A famosa epopeia do oeste. Os índios os maus, os cowboys os bons, tudo tão simples, tão linear.

Por detrás de todas estas guerras, em África e na América, estava não o fervor civilizacional, religioso, mas sim a busca desenfreada de riquezas de toda a ordem, a economia, portanto.

Hoje as típicas guerras do faroeste como que ressuscitaram. O rapto do venezuelano ‘incómodo’ Nicolas Maduro pelos novos cowboys americanos liderados por Donald Trump, em nada se assemelha ao histórico ‘Rapto das Sabinas’ ou ao duplo rapto da bela Helena de Tróia. Aqui ‘falou mais alto’ o gás e o petróleo venezuelano.

A força militar uniu-se aos interesses económicos, e o país com as maiores reservas petrolíferas conhecidas torna-se colónia dos EUA, quiçá no futuro um novo estado americano, ao qual se poderá juntar mais tarde a Gronelândia, o Canadá, os Açores.

O Direito ‘atirado às malvas’! Habituem-se.

Esta situação desencadeada pelos interesses económicos dos EUA, naquela zona geográfica que é para eles considerada a sua esfera de influência, terá a seu tempo resposta quer da Rússia, quer da China. O Urso e o Dragão esperarão o tempo que for necessário.

Mário Casa Nova Martins

quinta-feira, janeiro 15, 2026

Verdade inconveniente

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quarta-feira, janeiro 14, 2026

Leituras

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quarta-feira, janeiro 07, 2026

Verdade inconveniente

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terça-feira, janeiro 06, 2026

Desabafos - O Futuro de Portalegre

O Futuro de Portalegre

Estamos num ano novo, o ano de 2026, e nestas alturas, espera-se e deseja-se o melhor, esquecendo principalmente o que de mal aconteceu no ano anterior, ao mesmo tempo que se recorda o que aquele de bom trouxe.

E para o concelho de Portalegre a melhor ‘prenda’ que recebeu em 2025 foi já no seu final, concretamente a 29 de Dezembro.

O dia 29 de Dezembro fica para a história recente de Portalegre como uma data importante para o seu futuro.

A compra do Colégio Diocesano de Santo António pelo Ministério da Saúde, tendo em vista a ampliação do Hospital Doutor José Maria Grande, nesse dia 29 de Dezembro de 2025, é um acontecimento muito relevante para as gentes da cidade e concelho.

O Instituto Politécnico de Portalegre e o Hospital Distrital são as duas principais mais-valias do concelho, um concelho pobre, idoso, desertificado, do interior do país, e sobretudo esquecido do poder central.

Com este evento, quiçá, o mais estruturante dos últimos cinquenta anos para o concelho, que viu partir ao longo destas cinco décadas serviços para outras regiões, vendo diminuir a sua gente e a sua importância socioeconómica, Portalegre terá no futuro próximo mais gente, principalmente qualificada na área da saúde, facto que de certeza se alargará a outro sectores da sociedade e da economia.

Há dezenas que anos que o colégio estava devoluto, e desde essa altura que a ideia da sua compra pelo Ministério da Saúde era ciclicamente falado. Contudo, a insensibilidade do proprietário ia sempre inviabilizando o negócio, prejudicando a cidade, o concelho e a região de Portalegre.

Concretizada a compra, honra a quem nunca desistiu deste projecto tão marcante!

Mário Casa Nova Martins

5 de Janeiro de 2026

Rádio Portalegre

segunda-feira, janeiro 05, 2026

Leão XIV e a Tradição

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Após doze anos de Trevas, a Luz regressou!
Mário Casa Nova Martins

sexta-feira, janeiro 02, 2026

SLB - Mais um ano...

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quinta-feira, janeiro 01, 2026

2026

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2026

terça-feira, dezembro 30, 2025

Ucronia - Luís Sena de Vasconcelos, Tomás A. Moreira

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Ucronia é um género literário e conceito filosófico que explora histórias alternativas, imaginando como o mundo seria se um evento histórico crucial tivesse ocorrido de forma diferente, um "e se" aplicado à história, criando um "não-tempo" ou tempo hipotético.

Em essência, a ucronia é:

_ História Alternativa: Uma narrativa que reescreve o passado, alterando um ponto-chave e explorando as consequências dessa mudança.

_ Especulação Histórica: Um exercício de pensamento sobre como a civilização poderia ter-se desenvolvido em outras circunstâncias.

_ Um Género: Usado na literatura, cinema e outras artes para criar mundos hipotéticos fascinantes.

segunda-feira, dezembro 29, 2025

Ucronia - Diogo de Andrade

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Ucronia é um género literário e conceito filosófico que explora histórias alternativas, imaginando como o mundo seria se um evento histórico crucial tivesse ocorrido de forma diferente, um "e se" aplicado à história, criando um "não-tempo" ou tempo hipotético.

Em essência, a ucronia é:

_ História Alternativa: Uma narrativa que reescreve o passado, alterando um ponto-chave e explorando as consequências dessa mudança.

_ Especulação Histórica: Um exercício de pensamento sobre como a civilização poderia ter-se desenvolvido em outras circunstâncias.

_ Um Género: Usado na literatura, cinema e outras artes para criar mundos hipotéticos fascinantes.

sexta-feira, dezembro 26, 2025

Ucronia - Dominique de Roux

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Ucronia é um género literário e conceito filosófico que explora histórias alternativas, imaginando como o mundo seria se um evento histórico crucial tivesse ocorrido de forma diferente, um "e se" aplicado à história, criando um "não-tempo" ou tempo hipotético.

Em essência, a ucronia é:

_ História Alternativa: Uma narrativa que reescreve o passado, alterando um ponto-chave e explorando as consequências dessa mudança.

_ Especulação Histórica: Um exercício de pensamento sobre como a civilização poderia ter-se desenvolvido em outras circunstâncias.

_ Um Género: Usado na literatura, cinema e outras artes para criar mundos hipotéticos fascinantes.

quarta-feira, dezembro 24, 2025

Natal 2025

Tradição!

Santo Natal

MárioJ.

terça-feira, dezembro 23, 2025

RP - Desabafos - NATAL 2025

NATAL

Estamos na semana do Natal. Vamos celebrar o Natal como a Festa da Família, com a Família.

Esta época natalícia é um instante de Esperança, num tempo em que a própria Esperança é cada vez mais vã.

Vive-se um tempo de final de tempo. Quase se cancelam as fotografias de Natal, as luzes figurativas natalícias, se escondem os símbolos festivos alusivos à época para se ser ‘inclusivo’, quando as minorias não respeitam os valores da maioria, querendo impor credos e práticas atentatórias à liberdade da maioria, é uma traição à nossa Identidade, no caso português a Identidade cultural e religiosa da matriz greco, romano, cristã.

O ocidente cristão está a ser paulatinamente conquistado por outras culturas e religiões minoritárias no seu seio, que não respeitam os costumes e as tradições desta europa cristianizada.

A apropriação do Natal por valores pagãos tem vindo a acontecer aceleradamente nas últimas décadas. Mas agora são principalmente os novos cultos, minoritários no reduto europeu, que querem não só subverter o espírito do Natal cristão, como eliminá-lo.

Onde está o símbolo maior do Natal cristão, o Presépio? Está escondido, em lugares esconsos, para não ferir sensibilidades de outras crenças (???).

Já não se ouvem os tradicionais cânticos de Natal, substituídos por músicas e letras que nada dizem à época natalícia.

Tudo tem sido adulterado. As novas ‘modas’ estão afastadas da vivência cristã.

Há que voltar aos Valores do Natal português.

Como disse o Papa Bento XVI, a Igreja pertence a Jesus Cristo e não é nenhum laboratório para que os teólogos façam experiências.

Que Leão XIV continue a Tarefa de Bento XVI.

Neste tempo presente, um Santo Natal!

Mário Casa Nova Martins

22 de Dezembro de 2025

Rádio Portalegre

segunda-feira, dezembro 22, 2025

Ucronia - Philip K. Dick

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Ucronia é um género literário e conceito filosófico que explora histórias alternativas, imaginando como o mundo seria se um evento histórico crucial tivesse ocorrido de forma diferente, um "e se" aplicado à história, criando um "não-tempo" ou tempo hipotético.

Em essência, a ucronia é:

_ História Alternativa: Uma narrativa que reescreve o passado, alterando um ponto-chave e explorando as consequências dessa mudança.

_ Especulação Histórica: Um exercício de pensamento sobre como a civilização poderia ter-se desenvolvido em outras circunstâncias.

_ Um Género: Usado na literatura, cinema e outras artes para criar mundos hipotéticos fascinantes.

sexta-feira, dezembro 19, 2025

AA - Natal Tempo de Amor e de Paz


Natal Tempo de Amor e de Paz

Tempo houve em que o Natal era um momento ligado ao recolhimento, ao nascimento, ao simbólico.

O Natal está ligado ao Solstício de Dezembro, que todas as civilizações celebravam. O Solstício de Dezembro  é um momento de celebração da luz e renovação em diversas tradições antigas, associado à vitória sobre as trevas.

O Natal celebra o Nascimento do Menino Jesus, Filho de Maria. Mas o Natal de hoje pouco tem de religioso nesta Europa em que os seus pilares estão a ruir. Os três pilares em que a civilização europeia assenta, a civilização grega, a civilização romana e o cristianismo, estão sobre forte ataque dos novos bárbaros.

Grécia, Roma e Cristandade constituíram-se como a matriz da civilização europeia. Mas hoje tudo está a ser posto à prova.

Os conceitos cristãos do valor da vida e da liberdade do homem estão a sofrer um ataque fortíssimo, o qual a hierarquia católica não só não consegue combater para os defender, como muitas vezes se torna cobardemente cúmplice.

Bento XVI, doutor da igreja, previu a hecatombe e lutou com tudo o que podia, e agora Leão XIV, em quem se depositam grandes esperanças, continua essa batalha contra as trevas.

Contudo, em Portugal os desmandos bergoglianos continuam presentes.

O Natal era um tempo em que as famílias se reuniam em torno do Presépio. A paz, a concórdia, o amor reinavam. Hoje ritos e costumes pagãos vieram substituir essa essência cristã natalícia. O hedonismo, o consumismo, a ostentação dominam, e a família deixou de ser o centro, tal como a celebração da vida, do nascimento da vida.

Boas festas? Não. Um Santo e Feliz Natal, sim!

Mário Casa Nova Martins

sexta-feira, dezembro 12, 2025

Almoço de Natal - GDP

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segunda-feira, dezembro 08, 2025

RP - Desabafos - Imaculada Conceição

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Imaculada Conceição - Padroeira de Portugal

Este dia 8 de Dezembro invoca a vida e a virtude da Virgem Maria, mãe de Jesus, concebida sem mácula, ou seja, sem marca do pecado original, o que recebeu o título de dogma católico neste mesmo dia 8 de Dezembro mas do ano de 1854. É, assim, uma data de grande significado para a Igreja Católica.

Contudo, muito antes de ter sido considerado um dogma, a celebração da festa universal da Virgem Maria já havia sido decretada em 1476 pelo Papa Sisto IV.

Diga-se, também, que em 25 de Março de 1646, o rei D. João IV organizou uma cerimónia solene, em Vila Viçosa, para agradecer a Nossa Senhora a Restauração da Independência de Portugal em relação à Espanha.

Neste dia foi até a igreja de Nossa Senhora da Conceição, declarando-a padroeira e rainha de Portugal. Desde então, mais nenhum rei português usou coroa na cabeça, privilégio que estaria disponível apenas para a Imaculada Conceição.

Importa ainda referir que durante séculos, o Dia da Mãe era comemorado no dia 8 de Dezembro.

Com a perda de influência da Igreja Católica na sociedade portuguesa, hoje esta data é mais recordada e celebrada por ser um feriado, utilizado para a febre consumista das compras, preparando a quadra que se avizinha, o Natal, também ele cada vez mais dessacralizado.

O dia 8 de Dezembro, também chamado dia do ‘Natal Pequenino’, marcava o início da grande festividade que culminava a 25, com a celebração do Nascimento do Menino Jesus.

Mas tudo hoje é diferente. Para agradar às minorias não católicas, a própria hierarquia da Igreja Católica portuguesa, verga-se, conduzindo este ciclo religioso para uma quase clandestinidade.

Mário Casa Nova Martins

quinta-feira, dezembro 04, 2025

AA - A Europa em Guerra

A Europa em Guerra

O conceito de “traidor” varia conforme as batalhas… e os vencedores. Tal como a História é escrita pelo vencedor.

Ai dos vencidos! Para justificar a sua agressão o vencedor dita a ‘verdade’. Que o digam, para não se sair da Europa, os vencidos da Guerra Civil Europeia de 1914-1945. Que o digam os vencidos na Concessão de Évora Monte em 1834.

É assim, e assim será.

Segundo a doutrina de Zbigniew Brzezinski, a Rússia nunca seria uma potência mundial, global, se perdesse o controlo geopolítico da Ucrânia, limitando-se a ser apenas uma potência regional. Mas a Rússia nunca se poderia aproximar da China. Por outras palavras, Brzezinski queria, como diz o ditado popular “sol na eira e água no nabal”.

Estes conceitos estão na obra, tradução francesa, «Le Grand Échiquier – L’Amérique et le reste du Monde». Não há tradução portuguesa.

Num tempo em que os dados militares no terreno são claros na guerra entre os EUA e a Rússia, com a Ucrânia a servir de palco das operações, que dizer do comportamento belicista dos líderes da EU, num tempo em que os ucranianos mais não são do que ‘carne para canhão’.

Enquanto os europeus, nem todos, diga-se, ‘alinham’ pela cartilha dos líderes da EU, que mais não são do que ‘tigres de papel’ neste conflito, EUA, China e Rússia dialogam entre si, e tornam-se cada vez mais fortes.

E que penoso é ver um dito Tribunal Penal Internacional, TPI, que só julga vencidos, fracos, e vê-lo desprezado, ignorado, justamente pela China, Rússia e EUA.

Os belicistas europeus, cada dia que passa estão mais desacreditados. Jornais, rádios e televisões, outrora referências, faróis de credibilidade, estão nas mãos destes belicistas, que a seu tempo os Europeus julgarão pela Traição à própria Europa. A propaganda que veiculam já não é aceite, a mentira campeia, e a Europa dá passos para o seu ocaso.

Mário Casa Nova Martins

quarta-feira, dezembro 03, 2025

Palavras p'ra quê!

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terça-feira, dezembro 02, 2025

JP - No caminho certo

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A Juventude Popular no caminho certo!

Assim fosse o actual CDS.

Mário Casa Nova Martins