A VOZ PORTALEGRENSE
sábado, maio 23, 2026
sexta-feira, maio 22, 2026
AA - Bomba-relógio
Bomba-relógio
No passado dia 12 de Maio, algo aconteceu em Portalegre que
por mero milagre, ou não se estivesse nas vésperas do 13 de Maio, se poderia
assemelhar ao incêndio no Chiado lisboeta em 25 de Agosto de 1988.
Junto ao Rossio, na Rua D. Nuno Álvares Pereira um
estabelecimento viu a chaminé incendiar-se, segundo os peritos devido ao
excesso de gordura acumulada, fruto de nele se assar frangos e outros produtos
tudo em lume de carvão.
A falta de higiene ia provocando um incêndio de proporções
grandes por duas razões.
O edifício onde se encontra o estabelecimento quer o chão do
andar superior, quer o tecto do estabelecimento e restantes tectos da casa são
em madeira, com madres e sobrados em madeira.
Não se compreende que tenha sido autorizada aquela
actividade, acender lume de carvão, num edifício sem placas de cimento, tudo em
madeira.
Por outro lado, os prédios contíguos também têm as mesmas
características em madeira. E se o fogo se alastrasse, seriam rapidamente consumidos.
Quando os Bombeiros foram ao telhado constataram que estava
cheio de gordura, vinda da dita chaminé, o que mostra que a mesma não tinha
filtros, fazendo, inclusive, com que os telhados vizinhos se encontrem também
cheios de gordura.
E tudo isto na zona do Rossio, a zona nobre da cidade de
Portalegre.
Pergunta-se:
_ Como é possível que tenha sido autorizada esta actividade,
a qual exige que se faça lume de carvão com tectos e outras partes do edifício em
madeira?
_ Como é possível que a entidade ASAE não tenha
inspeccionado o estabelecimento e se o fez porque não detectou a gordura que agora foi responsável
pelo incêndio?
_ Havia no seu interior botijas de gás?
Mais questões poderiam ser neste momento colocadas. Mas como
‘a culpa morre solteira’, ao menos espera-se que esta “bom-relógio” não venha
novamente a “rebentar” e os danos sejam muito maiores.
Como é possível que em 2026 existam casos como este em pleno
coração de Portalegre.
Será que autoridades competentes irão tomar medidas? Será
que o perigo de incêndio, e de explosão dado que na zona o gás é canalizado,
continuará a pairar? P’ra que serve a ASAE?
Mário Casa Nova Martins
quinta-feira, maio 21, 2026
Novelas Im(prováveis) - Avelino Bento
Ex. Sr. Prof. Dr. João Emílio
Alves
Ex.ª Sr.ª Vereadora Eng. Lurdes
Porto
Ex. Sr. Dr. Adriano Bailadeira
Meu Caro Prof. Dr. Avelino Bento,
Vivemos o momento da apresentação
da última obra de Avelino Bento, professor jubilado desta Casa.
A anterior «Trilogias poéticas»
segue «Quarent’ (Ena mais Poemas!)», e agora nesta obra Avelino Bento volta ao
conto. Recorde-se a belíssima série de contos «Os últimos putos neo-realistas»,
memórias de uma infância feliz à beira-rio, assim como «A geração que quis ser
feliz», retrato-novela também de memórias mas agora da guerra de África, onde
esteve presente.
Mas foi com «No rio… onde começa o
mar», que a sua poesia é pela primeira vez tornada acessível ao grande público,
criando aí leitores para as obras que se seguiram, seja poesia, novela ou
conto.
Fora destas temáticas, Avelino
Bento publicou em 2003 «Teatro e animação: outros percursos do desenvolvimento
sócio-cultural no Alto Alentejo», obra de uma dimensão transversal e
multidisciplinar, primeiro passo no estudo contextualizado do teatro e animação
sócio-cultural com reflexos nas dinâmicas culturais locais instituídas ou a
instituir.
Seguiu-se «O meu blog deu-me o
mundo – Antologia de textos sobre Cultura, Educação, Arte e Animação.
Tributos», Instituto Politécnico de Portalegre, 2010.
O livro agora apresentado
intitula-se «Três Novelas (Im)prováveis» e é constituído por novelas de amor,
«A Balada para Yulipa Azarova», «Paredes comuns / Paredes meias» e «Abusados / Abusadores».
Estas histórias ou estórias que o
Autor apresenta em «três novelas (im) prováveis», onde o amor é peça central,
têm uma escrita próxima dos romances camilianos. Curtos, escorreitos, num
português vivo, trazendo temáticas da vida real, e onde aquela frase-feita
“viveram felizes para sempre” é uma quimera.
Todavia, será o amor tema
reservado aos romancistas e aos poetas? Romeu e Julieta, Werther e Charlotte,
foram imortalizados por Shakespeare e Goethe. Para Werther a vida só teria
sentido junto à sua amada Charlotte, Julieta e Romeu vivem um amor que só a
morte separará.
Não se pode duvidar da realidade
do amor e da sua importância. Ele é imanente a todo o ser humano.
Quem não conhece os amores de
Pedro e Inês, D. Pedro I e D. Inês de Castro, que inspiraram Henry de
Montherlant na sua obra «La Reine Morte»? Inês, ‘aquela que depois de morta foi
rainha’.
E «A Ceia dos Cardeais», tão
esquecida quanto bela, onde pela pena de Júlio Dantas, o espanhol cardeal Rufo,
o francês cardeal de Montmorency e o português cardeal Gonzaga falam do seu
grande amor. Longe da mocidade de outrora, lembram o grande amor das suas já
longas vidas.
Lembrando Camilo Castelo Branco,
Avelino Bento faz sair dos prelos mais uma obra, não de poesia, não de conto,
mas constituída por três novelas de amor, «A Balada para Yulipa Azarova»,
«Paredes comuns / Paredes meias» e «Abusados / Abusadores».
Amores infelizes, trágicos,
impossíveis, contrariados, enchem páginas de vasta obra de Camilo. Os seus
amores não foram fáceis, tal como a própria vida. Essa conjunção reflectiu-se
na obra literária. Mas tal facto fez com que a sua escrita percorresse o tempo
sem perder vida e actualidade, muito pelo contrário. Camilo é contemporâneo,
eterno.
É desses amores camilianos que
Avelino Bento trata, de uma forma que comove mas que também deixa interrogações
sobre a natureza humana das personagens, pessoas comuns mas com histórias de
vida que deixaram marcas.
Na primeira novela é o desencontro
que caminha ao longo do enredo, muito bem construído e com um final agridoce,
onde o sentimento do amor, e também do amor filial, permanece e é perene.
A segunda trata de um amor juvenil
que a distância e a circunstância separam. O reencontro é agradável, mas a crua
realidade impõe-se, ficando uma saudade que o afastamento não irá apagar.
A terceira novela é a mais curta,
mas a mais intensa. Trata de um amor que começa por ser apenas prazer, mas que
com os anos se torna em puro terror. O fim é forte, ficando uma sensação de
angústia e de alívio, simultaneamente.
As três formas de amor que as
novelas de Avelino Bento apresentam não são de felicidade pura, muito menos a
última onde ela nunca esteve presente. O Autor tem uma sensibilidade muito
própria, que se reflecte principalmente na sua obra poética.
Também é um excelente contador de
histórias. Nesta novelística, que é a obra presente, retracta a realidade da
vida e do amor, que não é um “conto de fadas”, mas é aquele amor nunca
esquecido, que deixa marcas profundas no ser.
Talvez por isso não é fácil amar,
mas quando se ama, esse sentimento perdura eternamente. O amor incondicional, o
amor romântico, o amor platónico, o amor físico, o amor místico, todas
diferentes formas de amar, transportam o ser para formas sublimes de
consciência e de prazer.
Stendhal fala no amor-paixão, no
amor-gosto, no amor-físico e no amor-vaidade. Do primeiro refere o de soror
Mariana Alcoforado e o de Heloísa e Abelardo. O segundo encontra-se em memórias
e romances daquele Paris da segunda metade de mil e setecentos, lembrando
Charles Duclos ou Louise d’Épinay. O terceiro é seco e infeliz. Quanto ao
último, algumas vezes existe amor-físico, mas nem sempre, porque muitas vezes
nem sequer há prazer físico.
O amor vive-se, sente-se. Aqueles
que por uma vez tiveram o privilégio de amar, de ter um grande amor, como o de
Romeu e Julieta, de Pedro e Inês, ao lerem esta obra de Avelino Bento,
sentirão, por certo, esse ‘fogo’ que um dia os fez sentir aquela felicidade
eterna, guardada para sempre na memória.
Avelino Bento é um Homem de
Cultura, um Académico ligado às Artes, com uma vivência do Mundo
extraordinária. Ao enveredar agora pela novela, mostra a sua polivalência na
escrita.
Com esta obra quis também deixar
um testemunho das suas viagens e dos lugares que conheceu e que amou. Évora e
Canadá estão reiteradamente presentes no seu imaginário, seja poético, ou de
prosa. Crente, com forte formação ideológica, deixa sempre viva essa marca na
sua cada vez mais vasta obra. E jamais esquece o Teatro e a Dança, tal como as
suas raízes da beira-rio, aquele Trancão que o encanta e comove.
O Autor lembra que neste livro
aborda flagelos presentes no presente, como a violência doméstica ou a
pedofilia.
Como escreve, «entre paisagens
bucólicas, ambientes domésticos e memórias persistentes, estas três narrativas
interrogam os limites da humanidade e convinda o Leitor a reflectir sobre as
marcas que o amor deixa nas vidas e nas gerações.»
«Três Novelas (Im)prováveis» prova
a importância de se conhecer o Autor. Ler Avelino Bento enriquece.
Auditório
da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais
Portalegre,
16 de Maio de 2026
Mário Casa Nova Martins
quarta-feira, maio 20, 2026
segunda-feira, maio 18, 2026
domingo, maio 17, 2026
sábado, maio 16, 2026
sexta-feira, maio 15, 2026
quinta-feira, maio 14, 2026
RP - Desabafos - Avelino Bento
Novelas (im)prováveis
de Avelino Bento
No próximo sábado dia 16 de Maio pelas 15:30h tem lugar no
Auditório Abílio Amiguinho da Escola Superior de
Educação e Ciências Sociais de Portalegre, na Praça da República, a
apresentação da última obra de Avelino Bento, professor jubilado daquela Casa.
Na hora certa, 15.30h,
começará a leitura encenada de um texto da autoria de Avelino Bento intitulado
«BEM e MAL», realizada pelo Autor e pelo seu ex-aluno, o actor Adriano
Bailadeira.
A obra vai ser apresentada
pelo prefaciador, intitula-se «Três Novelas (Im)prováveis» e é editada pela
Oficina da Escrita
Fazendo uma retrospectiva, a anterior, «Trilogias poéticas»,
segue «Quarent’ (Ena mais Poemas!)», e agora o Autor volta ao conto. Recorde-se
a belíssima série de contos «Os últimos putos neo-realistas», memórias de uma
infância feliz à beira-rio, assim como «A geração que quis ser feliz», retracto-novela
também de memórias mas agora da guerra de África, onde esteve presente.
Mas foi com «No rio… onde começa o mar», que a sua poesia é
pela primeira vez tornada acessível ao grande público, criando aí leitores para
as obras que se seguiram, seja poesia, novela ou conto.
Fora destas temáticas, Avelino Bento publicou em 2003
«Teatro e animação: outros percursos do desenvolvimento sócio-cultural no Alto
Alentejo», obra de uma dimensão transversal e multidisciplinar, primeiro passo
no estudo contextualizado do teatro e animação sócio-cultural com reflexos nas
dinâmicas culturais locais instituídas ou a instituir.
Seguiu-se «O meu blog deu-me o mundo – Antologia de textos
sobre Cultura, Educação, Arte e Animação. Tributos», em 2010.
O livro que vai ser apresentado, «Três novelas
(im)prováveis», é constituído por novelas de amor, «A Balada para Yulipa
Azarova», «Paredes - comuns» e «Abusados /Abusadores».
Estas histórias ou estórias que o Autor apresenta em «três
novelas (im) prováveis», tem o amor como peça central. Curtos, escorreitos, num
português vivo, trazem temáticas da vida real.
De certeza que será uma tarde de sábado Cultural
Mário Casa Nova Martins
quarta-feira, maio 13, 2026
terça-feira, maio 12, 2026
segunda-feira, maio 11, 2026
AA - Avelino Bento Novelas (Im)prováveis
Novelas (im)prováveis
de Avelino Bento
No próximo sábado dia 16 de Maio pelas 15:30 vai ter lugar
no Auditório da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, na Praça da
República, a apresentação da última obra de Avelino Bento, professor jubilado daquela
Casa.
A anterior «Trilogias poéticas» segue «Quarent’ (Ena mais
Poemas!)», e agora nesta obra Avelino Bento volta ao conto. Recorde-se a
belíssima série de contos «Os últimos putos neo-realistas», memórias de uma
infância feliz à beira-rio, assim como «A geração que quis ser feliz», retrato-novela
também de memórias mas agora da guerra de África, onde esteve presente.
Mas foi com «No rio… onde começa o mar», que a sua poesia é
pela primeira vez tornada acessível ao grande público, criando aí leitores para
as obras que se seguiram, seja poesia, novela ou conto.
Fora destas temáticas, Avelino Bento publicou em 2003
«Teatro e animação: outros percursos do desenvolvimento sócio-cultural no Alto
Alentejo», obra de uma dimensão transversal e multidisciplinar, primeiro passo
no estudo contextualizado do teatro e animação sócio-cultural com reflexos nas
dinâmicas culturais locais instituídas ou a instituir.
Seguiu-se «O meu blog deu-me o mundo – Antologia de textos
sobre Cultura, Educação, Arte e Animação. Tributos», Instituto Politécnico de
Portalegre, 2010.
O livro que na próxima semana vai ser apresentado
intitula-se «três novelas (im)prováveis» e é constituído por novelas de amor,
«A Balada para Yulipa Azarova», «Paredes - comuns» e «Abusados /Abusadores».
Estas histórias ou estórias que o Autor apresenta em «três
novelas (im) prováveis», onde o amor é peça central, têm uma escrita próxima
dos romances camilianos. Curtos, escorreitos, num português vivo, trazendo
temáticas da vida real, e onde aquela frase-feita “viveram felizes para sempre”
é uma quimera.
Avelino Bento é um homem do mundo. Culto, com uma excelente
livraria, viajado, conhece vários continentes e inúmeros países e suas culturas,
escreve sempre com a preocupação de transmitir o conhecimento, fundamentado em
bases sólidas. Um excelente conversador, é sempre um prazer e uma mais-valia
ouvir e conhecer as suas opiniões, todas elas bem construídas e documentadas.
Mário Casa Nova Martins
sexta-feira, maio 08, 2026
quinta-feira, maio 07, 2026
quarta-feira, maio 06, 2026
terça-feira, maio 05, 2026
segunda-feira, maio 04, 2026
CDS não pode acabar
domingo, maio 03, 2026
sábado, maio 02, 2026
sexta-feira, maio 01, 2026
quinta-feira, abril 30, 2026
quarta-feira, abril 29, 2026
terça-feira, abril 28, 2026
RP - Desabafos - 'Percepções' a quanto obrigas
‘Percepções’ a quanto
obrigas
As tão propagadas ‘percepções’ quanto a insegurança, feitas
pelo governo, e principalmente pelo seu actual ministro da Administração
Interna, esboroam-se cada dia que passa.
A outrora pacata cidade de Portalegre vê a criminalidade
aumentar, pese embora o desmentido das autoridades competentes.
Circula um vídeo muito recente nas redes sociais que mostra
agressões entre vários homens junto ao Palace Hotel na Rua Alexandre Herculano,
conhecida por Rua de Santo André.
Também foi registado um tiroteio, do qual resultou um ferido
grave, no parque de estacionamento do hipermercado Continente.
Dias depois novo tiroteio num bairro problemático.
Tudo no espaço de menos de um mês.
Continua a haver locais onde é perigoso passar a certas
horas, e alguns no centro da cidade.
Mas dirá quem de direito que tudo não passa de ‘percepções’!
Honra a esta casa, a Rádio Portalegre, e também o semanário
Alto Alentejo, que com profissionalismo têm tratado estes assuntos, não
escondendo dos seus ouvintes e leitores a crua realidade portalegrense.
Como num passado recente dissemos, o ‘crime’ em Portalegre é
apenas praticado por cidadãos que não pagaram o parqueamento, embora fora das
zonas em causa se estacione de qualquer maneira e feitio, e aqueles que
infringem as leis do trânsito, como excesso de velocidade, ausência de seguro
do veículo ou falta de inspecção do mesmo. Mas estes ‘crimes’ jamais são
detectados nas «pessoas de bem», que circulam de todas as formas e com toda a
impunidade.
Tudo o mais são ‘percepções’.
Mário Casa Nova Martins
27 de Abril de 2026
Rádio Portalegre
segunda-feira, abril 27, 2026
Conquista(s) d'abril
domingo, abril 26, 2026
sábado, abril 25, 2026
sexta-feira, abril 24, 2026
AA - A Ilha Mundial
A Ilha Mundial
Quem dominar a Europa de Leste (os estados-tampões) domina o
Heartland, quem dominar o Heartland domina a Ilha Global, e quem dominar a Ilha
Global domina o Mundo.
Esta célebre afirmação pertence a Mackinder. Halford John Mackinder
(1861-1947) foi um geógrafo, académico e político inglês, considerado um dos
fundadores da Geopolítica e da Geoestratégia. Em 1904 publicou o artigo «The
Geographical Pivot of History», no qual formulou a Teoria do Heartland, que
desde então influencia a política externa das grandes potências. Foi também
Mackinder que dividia o mundo em Potências Terrestres e Potências Marítimas.
Anos depois, Zbigniew Brzezinski escrevia que «A
independência da Ucrânia modifica a natureza do estado Russo. Sem a Ucrânia, a
Rússia deixa de ser um império na Eurásia.»
Assim se compreende a guerra entre os EUA, através do seu
proxis, a Ucrânia, contra a Rússia. Sem o controlo da Ucrânia a Rússia será
apenas uma potência regional, nunca mundial.
Quanto à guerra entre os EUA e o seu proxis Israel e o Irão,
é uma luta pela hegemonia regional e mundial entre os EUA e a China.
Se o Irão sair da influência Russa e Chinesa, a vitória será
dos EUA, o que seria crucial, atendendo a que na Ucrânia os americanos já a
perderam.
Os EUA ainda são a potência dominante, mas, uma vez que a
Rússia continua ainda debilitada atendendo ao catastrófico fim da URSS, surge a
China como a potência em ascensão.
A luta pelo domínio do Mundo é entre a China e os EUA. A
China é cada vez mais forte no campo económico e militar, enquanto os EUA
caminham perigosamente para um declínio.
Virão tempos nada fáceis principalmente para os Europeus. A
União Europeia foi um projecto inicialmente construído em bases económicas, mas
quando passou a projecto também político, ‘cavou a própria sepultura’.
Mário Casa Nova Martins
quinta-feira, abril 23, 2026
quarta-feira, abril 22, 2026
terça-feira, abril 21, 2026
Judaísmo
Não, não é uma imagem falsa
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