\ A VOZ PORTALEGRENSE

terça-feira, novembro 21, 2017

Desabafos 2017/2018-IV

Um triciclo é um veículo de três rodas. E se tiver duas, poderá ser uma bicicleta.
Ora, em Portalegre ainda não se percebeu se a coligação que governa o concelho é tipo triciclo, ou tipo bicicleta.
Uma coisa é certa, está a servir-se e só o tempo dirá se irá servir os Portalegrenses, que votaram, dada a sua constituição, em três rodas, a do CLIP, a do PSD e a do PCP. Como é público, apeados ficaram o PS, o CDS e o BE, que também concorreram e não tiveram o apoio do soberano povo.
Não é a primeira vez que a extrema-esquerda tem pelouros na autarquia, e sempre que por lá passa deixa uma marca de despesismo, folclore e messianismo.
A aliança entre PSD e PCP já é uma tradição no concelho de Portalegre. Contudo, o mais interessante desta situação é que aquilo que foi um acto de caridade cristã, a dádiva ao eleito do PSD de um lugar a tempo inteiro na autarquia, pode vir a ser muito mais do que isso.
É que neste momento há sintonia entre a cúpula do CLIP e do PSD em torno da candidatura do regionalista Rui Rio, e numa eventual vitória do portuense, abrem-se alas para o que foi um movimento independente se tornar no oficial PSD.
E o que era um triciclo passa a ser uma bicicleta. Se é que já não o é.
Rádio Portalegre, 20-11-2017

quarta-feira, novembro 15, 2017

Ditaduras & Marxismo


Cuba e Zimbabué têm em comum o facto de que a situação económica era muito melhor do que aquela que resultou da aplicação das teorias marxista à economia, por parte de ditadores e ditaduras marxistas.
Em Cuba continua a ditadura castrista de inspiração marxista, e no Zimbabué algo mudou para que tudo continue na mesma, e a ditadura marxista irá manter-se.
Mas tal não incomoda as boas consciências, bem pelo contrário, ou não acontecesse o domínio da Esquerda nos principais areópagos internacionais.
Curiosamente, há muito que não se fala da Venezuela, outro país mártir da economia marxista. Também não interessa falar.
Como não interessa falar da África do Sul, a sua violência interna, a quebra de produtividade, os problemas económicos também pela aplicação de princípios marxistas, os problemas sociais. Em suma, há uma cortina de silêncio sobre o que se passa na África do Sul.
Intoxicados pelo anti-Trump, a realidade é esquecida, e assim pequenos ditadores perpetuam a miséria do povo, sem que lhes seja pedidas contas, por exemplo, no Tribunal Penal Internacional, essa farsa criada para julgar “criminosos de guerra” politicamente incorrectos.

quarta-feira, novembro 08, 2017

Um ano com Trump

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Há um ano era eleito Donald Trump presidente dos Estados Unidos da América.
Então, a decadente Europa ululou de raiva, rancor e fúria. Chamou os piores nomes aos votantes de Trump, e criou os piores cenários para os EUA.
Passado um ano, pouco mudou na velha Europa, além do facto de estar um ano mais velha. Contudo, as críticas, ainda em coro, são mais baixas, mas não deixam de ter presunção e acima de tudo serem altaneiras, como se esta velha e decadente Europa fosse, ainda, o centro do mundo ou o umbigo do planeta. Até o Bergoglio amansou a fera das suas críticas.
Mas será que Trump mudou para que a ‘nata’ europeia deixasse de ser assim tão acintosamente crítica?
É caso para dizer, citando a frase popular, «meteram a rabeca no saco».
O apocalipse que pregaram, não aconteceu. Os “males” que iriam assolar os EUA, qual pragas egípcias, afinal não se concretizaram, e os Americanos, à excepção daquela América de Nova Iorque e da imoral Hollywood, apoiam o seu presidente nacionalista e proteccionista, aliás o que esperavam dele e a razão por que nele tinham votado.
Donald Trump nunca será ‘o maior presidente da História dos EUA’. Mas ficará na História dos EUA. Só futuro permitirá dizer qual o seu legado.
Mas, desengane-se esta Europa de eurocratas. Alguma vez mais voltará a ter voz neste tempo global, em que os Estados Unidos da América, a China, a Rússia, ou a Índia, serão os grandes protagonistas.

terça-feira, novembro 07, 2017

Desabafos 2016/2017 - III

«Deus do universo, em quem vivemos, nos movemos e existimos, concedei-nos a chuva necessária, para que, ajudados pelos bens da terra, aspiremos com mais confiança aos bens do Céu. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.» (1)
Acabou-se de ler, ou se se quiser, de recitar a novíssima “Oração pela Chuva”, dada aos portugueses, e ao mundo, pelo Patriarcado de Lisboa, proposta pelo Cardeal-Patriarca, D. Manuel Clemente, a qual será empregue pelos sacerdotes cristãos, aquando da celebração da missa.
Em pleno século XXI, muito se saúda esta oportuna iniciativa do insigne prelado.
Esta notável iniciativa só podia vir da actual hierarquia da igreja católica, sempre ao lado de quem mais precisa, sempre longe do poder e dos poderosos, e tudo o resto.
É caso para dizer, como evoluiu a civilização. Longe vai o tempo em que os Índios americanos, na versão de Hollywood e dos livros de cowboys, tinham a sua “Dança da Chuva”!
Agora, graças à evolução civilizacional, e também graças ao actual patriarca da igreja católica Manuel Clemente, tem-se a “Oração pela Chuva”.
Quiçá, a diferença entre a “Dança da Chuva” e a “Oração pela Chuva” será pouca. Se é que haverá diferença.
Todavia, diga-se em abono da verdade, que as autoridades da meteorologia portuguesa tinham nas vésperas da apresentação da bendita “Oração pela Chuva” dito que as previsões do tempo para os próximos dias eram, precisamente, de chuva!
Sempre há desmancha-prazeres, ou quem não acredite em milagres.
Mário Casa Nova Martins
Rádio Portalegre, 06-10-2017
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(1) Proposta de oração pela chuva:
http://www.patriarcado-lisboa.pt/site/index.php?id=8213

quinta-feira, outubro 26, 2017

Crónica de Nenhures

QUEIME-SE O HOMEM!

Os Inquisidores-Mor da Santa Inquisição, de D. Diogo da Silva a D. José da Cunha Azeredo Coutinho, nunca foram tão intolerantes como intolerantes são aqueles que hoje querem linchar o homem. O homem é o Juiz
O Juiz atreveu-se a ser “diferente”, num tempo em que ser-se “diferente” é ser-se criminoso ao mais alto grau, um perigo para o Estado e para a Religião, e com toda a certeza um criminoso da Moral e dos Bons Costumes.
Incêndios? Mas houve incêndios neste último Verão e Outono em Portugal?
Mais de cem mortos em incêndios este verão e outono em Portugal? Uma cabala!
Mas há um Juiz que cometeu um crime contra o Estado português, e o presidente da República, através da sua palavra sempre oportuna, como que obrigou o Conselho Superior da Magistratura a abrir um inquérito ao perigoso Juiz, com a finalidade de o meter na ordem. Qual ordem? A do politicamente correcto.
Esse Juiz também cometeu gravíssimo crime contra a Religião, melhor religião em minúsculas. A conferência episcopal portuguesa, tudo também em minúsculas, veio através do seu porta-voz, também em minúsculas, criticar o criminoso Juiz por ter citado a Bíblia.
E quanto à Moral e aos Costumes, nada dito, melhor, tudo dito.
Como estes tempos são de nova inquisição, então, queime-se o Juiz!
Ah! Claro, quem já se lembra dos incêndios? O governo, o presidente da República, e os bispos da conferência episcopal portuguesa, agradecem!

terça-feira, outubro 24, 2017

Desabafos 2017/2018 - II

Foi preciso que mais de cem portugueses morressem carbonizados por culpa dos incêndios deste verão e outono, para ser ouvir palavras do presidente da República que são uma crítica ao governo socialista apoiado pela esquerda radical estalinista e trotskista.
Mas este governo está sólido em termos de apoio parlamentar e público, vide sondagens, pelo que, passada a tormenta, esquecidos os mortos e os feridos, tudo voltará como dantes.
O presidente da República, émulo de Marcello Caetano, voltará a apoiar o governo, a tirar fotografias com a populaça que o adora, voltará a dizer opacidades, em suma, volta ao que sempre foi, um indivíduo que gere o seu comportamento em termos de oportunidade política e sobretudo pessoal.
Portugal vive como se fosse um «país das maravilhas». Essa falsidade tem tido o apoio, a conivência do presidente da República. Mas a crua realidade é que aquilo que o governo dá em aumentos salariais, baixa de impostos directos, tira em dose maior em impostos indirectos. Mas como o que o povo quer é «pão e circo», e de ambos há, por enquanto, em quantidade, tudo corre bem no «país das maravilhas.
A Europa está em mudança em termos económicos e financeiros. E Portugal não consegue fazer as reformas estruturais nestas áreas, ficando cada vez mais na cauda da União Europeia. Mas que importa isso se a seca e os incêndios já são passado. Tudo como dantes!
Mário Casa Nova Martins
Rádio Portalegre, 24-10-2017

segunda-feira, outubro 23, 2017

Crónica de Nenhures

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Violinos por Santana

Está de volta a Política ao PPD-PSD. Depois de anos asséptico, a candidatura à liderança de Pedro Santana Lopes faz regressar a Política ao debate interno.
O outro candidato, o regionalista Rui Rio, tem o apoio daquilo que Santana Lopes mais detesta, os maoistas infiltrados e o comatoso MFA.
Contudo, a eterna dúvida permanece. O que é ideologicamente o PSD? E o PPD? E o PPD-PSD?
É muita Política para um Partido só!
Celestialmente, como só ele sabe, Santana Lopes apresentou publicamente a sua candidatura. Não se ouviram violinos, muito menos Chopin. Mas ouviu-se o candidato perorar sobre si próprio, e tudo o que o cerca. No final, lembrou uns, do Além, Francisco Sá Carneiro e Francisco Pinto Balsemão, outro terreno, Pedro Passos Coelho, outro entre o lá e o cá, Marcelo Rebelo de Sousa. Mas o mais interessante foram aqueles que não lembrou, aliás, nem ao Diabo lembraria!
E assim Santana Lopes começou mais uma corrida eleitoral, interna, que o irá levar ao Olimpo, ou, quiçá, ao Cemitério dos Insubstituíveis.
A memória da populaça é curta, graças aos deuses! E os PPD’s-PSD não fogem a esta regra. Eles amam a Paz, gostam de Pão, são Povo, devoram a Liberdade. Sempre muito Unidos!
E como Política também é Espectáculo, este está mais do que assegurado com a candidatura de Pedro Santana Lopes.
A populaça agradece! Que toquem violino por Santana!

sexta-feira, outubro 20, 2017

Asterix e a Transitálica

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NO FIM OS LUSITANOS LEVAM A TAÇA!

Em «Asterix e a Transitálica», a nova aventura dos intrépidos gauleses leva-os novamente à península italiana, numa corrida de carros entre Modica (Monza) e Neapolis (Nápoles).
Os carros e respectivos aurigas, em número de dois, chegam de todo mundo civilizado e bárbaro. Entre eles está um carro vindo da Lusitânia, sendo os aurigas Àsduasportrês e Biscatês, na tradução portuguesa.
Se Àsduaspor três é visível e identificável, já Biscatês é sempre visto a biscatar, não se lhe vendo alguma vez o rosto.
De etapa em etapa, de vicissitude em vicissitude, a corrida chega ao seu terminus, e, claro, os vencedores são Asterix e Obélix. E o derrotado, mesmo em cima da meta, é Júlio César.
Todavia, os heróis recusam o troféu, que depois de outras recusas fica em mãos dos Lusitanos, mais concretamente de Àsduaspor três, já que Biscatês continua a biscatar.
Quiçá, oriundos dos Montes Hermínios, Biscatês e Àsduasportrês, são os heróis, involuntários, finais, de mais uma aventura, que vale a pena ler.
Mário Casa Nova Martins
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quarta-feira, outubro 11, 2017

Desabafos 2017-2018 - I

Quando em 1640 a Catalunha lutava contra o domínio espanhol, também Portugal o fazia. A solidariedade entre portugueses e catalães contribuía para que a luta independentista tomasse cada vez mais força.
Contudo, era impensável para a Castela de Filipe IV que na Ibéria Portugal e Catalunha saíssem do jugo espanhol.
Assim, a revolta catalã foi sufocada, e só Portugal conseguiu voltar a ser independente.
Hoje é novamente a Catalunha a lutar pela sua independência. E está só nessa luta.
A Europa não apoia o povo catalão. Portugal não apoia a luta dos catalões pela sua independência, esquecido que está da sua História, do seu Passado.
A Ibéria é um espaço geográfico. Diferentes povos o habitaram. Hoje aqueles descendentes desses povos primitivos são os portugueses, os galegos, os bascos, os catalães, os castelhanos, os andaluzes. Todos têm culturas próprias, assim como línguas.
Apenas os portugueses são independentes, os outros estão ligados a Castela, ao centralismo de Madrid, com uma autonomia que apenas mascara esse sufocante centralismo.
Cada dia que passa, mais forte é o espírito dos catalães na caminhada para a independência. Mas a força bruta de Madrid cada vez é mais notória. Embora a violência traga sempre violência, verdade que esta apenas é do lado espanhol, dando o povo catalão o maior exemplo de civismo.
Que a Catalunha consiga a sua independência!
Mário Casa Nova Martins
Rádio Portalegre, 09-10-2017

quarta-feira, setembro 27, 2017

Declaração Por Portalegre

Declaração Por Portalegre

E se Portalegre voltasse a ser a Cidade Branca? E se os Sinos de São Lourenço voltassem a tocar? E se a Cruz no Monte de São Tomé voltasse a iluminar Portalegre?
Carlos Garcia de Castro cantou Portalegre como poucos ou ninguém. A “sua” Portalegre é a minha, da minha infância e juventude. Quando a Cruz da Penha à noite, iluminada, abraçava e abençoava a Cidade. Quando eu acordava ao som do apito da Fábrica dos Lanifícios. Quando sabia que nos dias cinzentos ia chover ou que no verão o vento suão tinha chegado, porque o fumo da Fábrica Robinson se espraiava pelo Rossio. Quando as casas eram caiadas de branco. Quando a missa em São Lourenço era anunciada pelo repicar dos seus sinos. Quando o Desportivo e o Estrela jogavam aos domingos na Fontedeira e depois no Municipal.
Mas a inexorável usura do tempo faz com que o passado se transforme em memórias, como aquela contida na sublime escrita poética de Raúl Cóias Dias, que intitulou «Poema a Portalegre», e onde diz:
 _ “Portalegre” era um tear, cidade branca a fiar, de pulseira e avental, uma tasca em cada esquina e um brilho a senhora fina na ternura do olhar, silêncio de rua antiga, bêcos, roupa a secar, restos de “Duro”, vinho escuro, vestígios de “Bernardim”, écloga de sombra, jardim, “Nossa Senhora da Penha”, “Portalegre, contra sanha: o suor, o vinho, o pão… “Bonfim”, “Santana”, “S. Cristóvão”…” (só mais tarde Atalaião).
Alagoa, Alegrete, Fortios, Reguengo e São Julião, Ribeira de Nisa e Carreiras, Urra. Cada uma das Freguesias do Concelho de Portalegre tem os seus problemas específicos. Mas o despovoamento e o envelhecimento das suas Gentes são comuns a todas. Periféricas, sentem o abandono, o isolamento, a amargura do esquecimento por parte dos poderes autárquicos. Mas também elas foram prósperas, com agricultura, pequeno comércio e alguma indústria. E nelas hoje perdura a memória desses tempos.
Sé e São Lourenço têm intramuros um casario, na parte histórica, degradado, inabitável, ruas desertas sem vida nem alma. Aqui se alberga a principal História de Portalegre, o Passado e o Presente de um tempo que parece não ter tempo para o Futuro. Contudo, aqui vivem Gentes que resistem à inércia, que acreditam que Portalegre, Cidade e Concelho, tem condições para voltar a ser a cidade industrial, comercial e de serviços que foi e que gerava riqueza económica e cultural. E riqueza Moral, Ética e Cívica.
No próximo dia 1 de Outubro têm lugar as Eleições Autárquicas. É dentro da maior liberdade e confiança que afirmo o meu apoio à candidatura autárquica do CDS no Concelho de Portalegre, liderada por Nuno Moniz.
O Concelho de Portalegre tem no próximo dia 1 de Outubro a possibilidade de inverter um rumo, aquele que tem conduzido à desertificação de gentes, ao declínio das actividades económicas, ao fatalismo geográfico, apostando na candidatura do CDS e em Nuno Moniz, pelo progresso e pelo futuro do Concelho de Portalegre.
Apoiar quem queira investir para criar postos de trabalho e trazer gentes, famílias ao Concelho de Portalegre.
Melhorar a qualidade de vida dos habitantes do Concelho de Portalegre, com a criação de espaços comunitários com infra-estruturas onde o usufruir do lazer seja prioridade.
Recuperar a confiança dos Munícipes naqueles que estão à frente dos destinos do Município.
Recuperar e renovar tradições esquecidas e perdidas.
Apoiar os clubes desportivos na área da formação de jovens para a prática do Desporto.
Transformar a Cultura num bem acessível a todos.
Fazer do Concelho um ponto de referência para os produtos da região.
E muito mais está no programa da candidatura autárquica de Nuno Moniz, um Homem de Acção, que quer um Concelho de Portalegre vivo, dinâmico e em paz consigo próprio.
A credibilidade em política deve ser o princípio que norteia uma candidatura eleitoral, e o CDS assim trabalha, tendo o desenvolvimento do Concelho em termos económicos e sociais como objectivo, associado ao bem-estar das suas gentes.
O Concelho de Portalegre precisa de gente que com ele se preocupe, que com ele viva e sinta os seus problemas e procure as soluções para todos eles. O lema da candidatura da equipa liderada por Nuno Moniz é servir as Gentes do Concelho de Portalegre.
Portalegre precisa de ser estimada pelos Portalegrenses, através da sua intervenção na Ágora. É preciso afastar fatalismos e maus agoiros, acreditar que com trabalho construtivo, com ideias, com responsabilidade e o querer servir a Causa Pública, Portalegre e o seu Concelho têm futuro.
Se a Nuno Moniz e à sua equipa na Assembleia Municipal e nas Juntas de Freguesia, for dada através do Voto a oportunidade de servir todos os Portalegrenses, de certeza que o Concelho e a Cidade de Portalegre voltarão a contar no concerto dos Concelhos Portugueses!
Vivamos Portalegre com entrega. Acreditemos no Futuro de Portalegre. Com o Nuno. Consigo.
Por Portalegre!
Mário Casa Nova Martins
27 de Setembro de 2017

quinta-feira, julho 20, 2017

Autárquica 2017 - MJCNM

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_ Nascido e criado em Portalegre, conheço a realidade da Cidade e do Concelho.
A Portalegre regressei há mais de duas décadas, depois de um peregrinar que me deu e mostrou mundo.
Em Portalegre resido. Invisto continuadamente no meu património em Portalegre. O meu domicílio fiscal é em Portalegre, e aqui cumpro as minhas obrigações fiscais.
Sei que o Futuro se constrói nunca esquecendo o Passado e vivendo com intensidade o Presente. Assim tenho agido, intervindo na sociedade portalegrense, principalmente nas áreas do Desporto e da Cultura. Tenho ao longo dos anos sido espectador comprometido com Portalegre, e publicamente assumido posições de ruptura com um situacionismo que a corrói.
Pela primeira vez integro um projecto político no Concelho de Portalegre, ligado ao Partido que sempre foi o meu, como é público. Esse projecto vai para além do CDS, porque é encabeçado por alguém que em termos de Cidadania sempre mostrou independência.
Apoio a candidatura de Nuno Moniz. Defendo todas as suas escolhas para os diferentes órgãos autárquicos. Comungo em pleno com o seu programa eleitoral.
Sei que o Concelho de Portalegre muito tem a ganhar, política, económica, social e culturalmente com Nuno Moniz. Assim os Portalegrenses o queiram!
Mário Casa Nova Martins

quarta-feira, junho 07, 2017

Feira das Cerejas

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D. Inércia e os Inertes

5, 6 e 7 de Junho. Já ninguém se lembra que nestes dias em Portalegre tinha lugar a segunda maior feira do ano, a Feira das Cerejas.
A maior acontecia a 13, 14 e 15 de Setembro, a Feira das Cebolas. Mas ambas, hoje, fazem parte do imaginário de gerações mais velhas da região de Portalegre.
D. Inércia reina em Portalegre há mais de um lustro. Que fez D. Inércia para recuperar esta Tradição da Feira das Cerejas? Nada, simplesmente nada, como se prova por hoje, dia 7 de Junho, aquele que era o último dia da Feira das Cerejas, em Portalegre reinar um silêncio sepulcral sobre o que foi, o que era a grandiosa Feira das Cerejas!
D. Inércia, bonitinha, bem vestidinha, bem falantezinha, é isso e nada mais. Mas os Inertes que apenas criticam quem faz alguma coisa, quem tem obra feita, deslumbram-se com D. Inércia.
Portalegre é uma sombra do que foi. E assim continuará enquanto a Inércia for rainha em Portalegre Concelho!
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quarta-feira, maio 24, 2017

Desabafos 2016/2017 - XIX

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Termino mais uma série de «Desabafos» na Rádio Portalegre, onde sempre tive toda a liberdade para dizer o que penso e sinto. Só tenho que estar agradecido a esta Casa e a quem nela trabalha e a dirige.
É dentro da maior liberdade que reafirmo o meu apoio à candidatura autárquica do CDS no concelho de Portalegre, liderada por Nuno Moniz.
No passado e também nesta Casa, convicta e publicamente apoiei as candidaturas do CDS lideradas por Ana Pestana, Luís Morgado Pinto e Hélio Pereira.
Nunca apoiei coligações entre o CDS e o PSD, que eram, prova-se, sempre o “abraço de urso” do PSD ao CDS.
O concelho de Portalegre tem no próximo dia 1 de Outubro a possibilidade de inverter um rumo, o rumo que conduz à desertificação de gentes, ao declínio das actividades económicas, ao fatalismo geográfico, apostando na candidatura do CDS e em Nuno Moniz, pelo progresso e pelo futuro do concelho de Portalegre.
A aposta no apoio da autarquia a quem queira investir para criar postos de trabalho e trazer gentes, famílias ao concelho de Portalegre, é uma das prioridades da candidatura do CDS e de Nuno Moniz.
Melhorar a qualidade de vida dos habitantes do concelho de Portalegre, com a criação de espaços comunitários com infra-estruturas onde o usufruir do lazer seja prioridade.
Recuperar a confiança dos munícipes naqueles que estão à frente dos destinos do Município.
Recuperar e renovar tradições esquecidas e perdidas.
Apoiar os clubes desportivos na área da formação de jovens para a prática do Desporto.
Transformar a Cultura num bem acessível a todos.
Fazer do concelho um ponto de referência para os produtos da região.
E muito mais está no programa da candidatura autárquica de Nuno Moniz, um Homem de Acção, que quer um concelho de Portalegre vivo, dinâmico e em paz consigo próprio.
Rádio Portalegre, 22 de Maio de 2017
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Humberto Nuno de Oliveira

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segunda-feira, maio 22, 2017

Humberto Nuno de Oliveira

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sexta-feira, maio 12, 2017

Jacinta e Francisco, 13-05-2017

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Não sei desde quando tenho estes dois ‘santinhos’. Contudo, a memória lembra-me que quando fiz a primeira comunhão, já os teria.
Mas a verdade é que sempre os guardei com muito carinho, vendo neles algo que a minha razão não sabe explicar.
Nestes dois dias, 12 e 13 de Maio de 2017, Eles voltam a acompanhar-me.
Junto com o Santo Padre Bento XVI, amanhã, o dia da Santificação de Jacinta e Francisco, é um dia de Felicidade.
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quinta-feira, maio 11, 2017

Desabafos 2016/2017 - XVIII

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Vive-se um trabalho de formiga na campanha eleitoral do CDS no concelho de Portalegre.
Depois de sucessivas sangrias em gentes e ideias em coligações estéreis, esta campanha começou do zero. Graças à figura do seu candidato, Nuno Moniz, a cerca de quatro meses e meio do acto eleitoral existem listas elaboradas em todas as freguesias, tal como aos outros órgãos concelhios.
Alguns dos nomes são já do conhecimento público, outros, de acordo com a estratégia definida, a breve prazo serão também públicos.
Os convites para mandatário e mandatário para a juventude foram feitos e aceites.
Em suma, aquele trabalho essencial para que a colheita dê frutos está a um nível bastante avançado.
Programa, manifesto, material de campanha está em adiantada fase de trabalho, pelo que é certo que tudo será público atempadamente, de forma que os eleitores do concelho de Portalegre saibam as ideias e os projectos da candidatura de Nuno Moniz e sua equipa.
A credibilidade em política devia ser o principal objectivo de uma candidatura eleitoral, e o CDS assim trabalha, tendo o concelho, o seu desenvolvimento em termos económicos e sociais como segundo objectivo, porque o bem-estar das suas gentes está sempre em primeiro.
O concelho de Portalegre precisa de gente que com ele se preocupe, que com ele viva e sinta os seus problemas e procure as soluções para esses mesmos problemas. O lema da candidatura da equipa liderada por Nuno Moniz e servir as gentes do concelho de Portalegre.
Nuno Moniz tem uma equipa na qual pode confiar, e o recíproco é verdadeiro.
Rádio Portalegre, 8 de Maio de 2017
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quarta-feira, abril 26, 2017

Desabafos, 2016/2017 - XVII

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As cidades são como as gentes que as habitam. Nascem, crescem, tornam-se adultas, envelhecem e morrem, o ciclo natural da Vida.
Portalegre nasce num lugar na falda da serra, lugar de passagem, sem importância. As suas águas, e a qualidade delas, fazem com que a indústria dos panos a ela chegue e a faça crescer. Torna-se cidade por capricho e principalmente pelos amores profanos de um bispo. E cresce com a chegada do bispo, de nobres, de instituições religiosas e públicas.
Nas décadas de cinquenta e sessenta do século XX, Portalegre cidade e concelho atingem o apogeu.
Na segunda metade da década de setenta de mil e novecentos, começa o declínio, com o fecho de indústrias, o definhar do comércio, a fuga de serviços públicos, o abandono da agricultura.
E Portalegre cidade e concelho começam a perder pessoas, num decréscimo populacional quase exponencial.
Fraca indústria, comércio anquilosado, agricultura de subsistência, saída dos principais serviços públicos, sem elites sejam eles económicas, políticas ou sociais, casas e ruas em ruinas, Portalegre proletarizou-se.
Ao longo das últimas quatro décadas, três partidos têm dominado a cena política no concelho de Portalegre, e são os responsáveis pela sua decadência cívica.
PSD, PS e PCP transformaram uma cidade e um concelho dinâmicos, numa ruina económica e social.
No próximo dia 1 de Outubro há eleições autárquicas. Portalegre tem a oportunidade de virar costas ao passado, votando em consciência e liberdade na alternativa a tudo o que de mau PCP, PS e PSD representam.
A candidatura do CDS, liderada por Nuno Moniz, é a única capaz de tornar novamente o concelho de Portalegre vivo e próspero!
Rádio Portalegre, 24 de Abril de 2017
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sexta-feira, abril 14, 2017

Páscoa 2017

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terça-feira, abril 11, 2017

Desabafos, 2016/2017 - XVI

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No clássico «Jantar dos Reis», promovido pela estrutura concelhia do CDS, o seu presidente António José Baptista, afirmou que o CDS iria concorrer sozinho no concelho de Portalegre, nas eleições autárquicas do próximo dia 1 de Outubro. E acrescentou que o CDS iria apresentar listas a todos os órgãos autárquicos concelhios.
Passado pouco mais de três meses, aquela afirmação tornou-se real.
O CDS tem candidato, Nuno Moniz, e as listas aos diferentes órgãos estão praticamente fechadas, ultimando pormenores.
Também o programa da candidatura está em fase final de discussão, e a estratégia no terreno da campanha última detalhes.
Em suma, o CDS não vai em “cantos de sereia” de coligações, nas quais era sempre perdedor, de militantes, de simpatizantes-votantes, e principalmente a perda da sua identidade, da sua matriz.
Com tempo pela frente, a candidatura de Nuno Moniz, que conta, além da estrutura concelhia do CDS, com forte componente de independentes, pode desenvolver um trabalho capaz de motivar o eleitorado do CDS, e mesmo chegar a franjas de outras áreas político-ideológicas, dada a própria natureza da candidatura, encabeçada por um independente que desde 1973 é figura conhecida e grada em Portalegre cidade e região.
Nuno Moniz vai apresentar-se ao eleitorado do concelho de Portalegre com o conhecimento dos problemas de que o concelho padece, e para os quais apresenta soluções, contidas no seu programa eleitoral.
Profissional competente, sereno, assim vai ser a campanha de Nuno Moniz, com competência e sentido de dever para com a Comunidade. Será uma campanha de verdade e pela verdade, de luta pelos interesses de todos, sem excepção, que formam a Comunidade Portalegrense.
Que os Portalegrenses compreendam que Nuno Moniz é solução para o concelho de Portalegre.
Rádio Portalegre, 10 de Abril de 2017
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quarta-feira, abril 05, 2017

"NACIONALISMO É GUERRA!"

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"Nacionalismo é guerra!"

No único debate em que estiveram presentes os onze candidatos às presidenciais francesas, o favorito do ‘establishment’, o socialista dito independente, dito centrista, dito tudo e mais alguma coisa, Emmanuel Macron ressuscitou uma frase gasta do também socialista e ex-Petanista François Mitterrand, “Nacionalismo é guerra!”.
Para total felicidade da comunicação social politicamente correcta, que cita a frase até à exaustão, a vitória do Emmanuel nas próximas presidências em França, é um dado adquirido. Pena é que que esta imprensa mentirosa não possa por decreto eleger esta luminária presidente da República francesa. E que pena a mesma comunicação social não ter podido eleger madame Cliton, também por decreto, claro, nas presidenciais dos EUA!
E assim vai a intoxicação, a desinformação da opinião pública, portuguesa, da EU, e por aí adiante.
Quanto à frase, “Nacionalismo é guerra!”, não a podemos desmentir.
É que Nacionalismo opõe-se a Internacionalismo, e este já deu provas da paz que fomenta, a paz dos cemitérios nascidos do Socialismo de todos os rostos, dos Goulags de todos os países do Socialismo científico, como lhe chamavam!
O Nacionalismo é guerra contra a miséria do Socialismo que fomenta o Internacionalismo, hoje chamado Globalização, ou Multiculturismo, a doença maior desta UE, na qual está a França e também Portugal.

quinta-feira, março 30, 2017

Impunidade total para crimes da Esquerda radical

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IMPUNIDADE TOTAL PARA CRIMES DA ESQUERDA RADICAL

Em Outubro de 2016, na Faculdade de Direito da Universidade Autónoma de Madrid, estava marcada uma conferência, cujos conferencistas eram Filipe González, ex-primeiro-ministro de Espanha e do PSOE, e Juan Luís Cébrian, presidente do grupo de comunicação social Priza.
Uma intitulada «Federação Estudantil Libertária», impediu a realização da dita conferência.
Cerca de duzentos indivíduos desta organização irmã do português BE, Bloco de Esquerda, muitos com a cara tapada com lenços ou máscaras de papel, exercem a violência de tal forma que a conferência não teve lugar.
Na época, este acto antidemocrático não teve o menor eco em Portugal, dominado por uma comunicação social com complexos de Esquerda, ela própria controlada e temente principalmente da Esquerda radical, que por sua vez controla a Universidade pública, que é totalitária e concentracionária, e cujo expoente maior é o Trotskista Bloco de Esquerda, BE, que tem a mesma ideologia que o radical Podemos, o instigador e defensor destes acontecimentos de vandalismos e terrorismo urbano.
Então, como haver espanto pela actuação da Associação de Estudantes e do Reitor Caramelo da FCSH da Universidade Nova de Lisboa, todos com ligações ao BE, quando do impedimento de uma conferência naquela instituição universitária pública?
Esta estratégia é aprendida em qualquer cartilha de guerrilha urbana, utilizada pela Esquerda radical, e que o passado tem como exemplo e prova as italianas Brigadas Vermelhas, a alemã Fracção do Exercito Vermelho (Grupo Baader-Meinhof), as portuguesas FP – 25 de Abril, que semearam o violência e a morte.
A Liberdade começa a estar em perigo em Portugal, com o crescente medo e terror, instigado pelo BE.
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quarta-feira, março 29, 2017

AQUILO QUE NINGUÉM DIZ!

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AQUILO QUE NINGUÉM DIZ!

EM PORTALEGRE O ‘MUDO’ GOVERNA

Quem esteve atento às últimas eleições distritais no PSD – Portalegre, porventura muito pouca gente dado o estado comatoso do partido no distrito, sabia que a única hipótese credível era a vitória, e por margem clara, de Armando Varela, actual presidente da autarquia de Sousel.
A alternativa era tão má, que se tivesse ganho, ou mesmo se tivesse alcançado uma votação expressiva, o PSD no distrito de Portalegre caminharia para a implosão.
Armando Varela prestou um enorme serviço ao PSD – Portalegre, salvou-o da maior crise desde a sua fundação, e tornando-se merecedor do maior agradecimento dos militantes sociais-democratas.
Contudo, não foi assim que aconteceu. Pelo contrário. Em vez de agradecimentos, na qualidade de líder distrital e face ao imbróglio criado no concelho de Portalegre em relação ao candidato às eleições autárquicas do próximo outono, é-lhe dado o presente envenenado de ser forçado a encabeçar a lista do PSD à autarquia de Portalegre.
Armando Varela tem um trabalho exemplar à frente da autarquia de Sousel, trabalho esse reconhecido pelos próprios adversários políticos. Ganhou prestígio, mostrou competência, é respeitado, mas no concelho de Portalegre é um ilustre desconhecido.
É inquestionável que o PSD já não tem tempo para fazer uma campanha eleitoral ganhadora, e está prestes a imolar mais uma figura pública de valor, tal como o fez há quatro anos com o prestigiado Jaime Azedo.
Todavia, o PSD tem em Portalegre, há anos, um candidato natural, que é Cristóvão Crespo. Então o porquê de toda esta encenação, de toda esta história?
Como dizia Lee Atwater, o lendário conselheiro de Ronald Reagan, o segredo do sucesso em política está em “não se fazer notado, fazer-se de parvo e ir sempre andando”.
Cristóvão Crespo é conhecido em Portalegre. Aqui desempenhou cargos na estrutura concelhia, nos órgãos autárquicos, foi Governador Civil e agora é deputado. Que melhor currículo poderá haver para um candidato à autarquia de Portalegre?
Pois é. Mistério!
Há muito que paira uma sombra sobre o PSD – Portalegre. Sombra que está longe, mas que ao mesmo tempo está sempre presente. Nada por e para Portalegre. Quanto pior, melhor para Portalegre. Porque nesta cidade madrasta nunca lhe foi reconhecido valor. E tem valor!
A vingança serve-se fria.
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