\ A VOZ PORTALEGRENSE

terça-feira, março 31, 2020

Desabafos 2019/2020 - XIII

A pandemia que se vive tem origem num vírus produzido na China. Por razões que a razão conhece, o vírus propagou-se, e hoje o mundo vive uma catástrofe humanitária, que rapidamente tem como segunda consequência, logo a seguir à própria pandemia e as mortes que origina, a gravíssima crise económica.
A criação do vírus é uma pequena evidência do que é uma guerra química, no caso uma guerra bacteriológica.
A impunidade do governo comunista chinês face ao ocorrido choca com a mentira americana, depois também europeia, da existência de armas de destruição massiva que se dizia ter o Iraque de Saddam Hussein.
O regime iraquiano de Saddam Hussein foi falsamente acusado de ter um arsenal de armas químicas, e foi, em nome desta mentira, desencadeada uma guerra contra o povo iraquiano.
Agora a China lucra com a pandemia que provocou, ao fazer negócios à custa daquele crime.
Mas dada a sua importância na económica mundial, face à sua força militar, à sua importância geopolítica, a totalitária China vai ficar impune em relação a este crime contra a Humanidade.
Portugal luta com os meios que tem à disposição contra esta peste do século XXI. De início os portugueses não compreenderam a gravidade da situação criada pelo vírus chinês. Agora interiorizaram que são eles próprios que têm que lutar contra a epidemia viral, porque o Estado tarde e lentamente tomou as medidas correspondentes.
E é miserável o comportamento do presidente da República, que à primeira «abandona o barco».
30 de Março de 2020

terça-feira, março 17, 2020

Desabafos 2019/2020 - XII

O mundo está perigoso. E a Europa, rica e envelhecida, sofre uma pandemia viral vinda de leste, ao mesmo tempo que hordas de invasores, vindas do Império Otomano, querem nela entrar.
Há no tempo presente como que uma repetição da História. Diferentes pestes assolaram a Europa, sendo a Peste Negra a mais conhecida e a mais mortífera. Covid-19 é mais uma peste que a Europa sofre, estando ainda por conhecer o seu verdadeiro impacto nos europeus.
De forma diferente, mas também grave, é o que se passa nas fronteiras da Grécia e da Bulgária com a Turquia.
A ameaça dos Otomanos de enviar milhões de muçulmanos para a Europa ocidental é real. Vivem-se tempos semelhantes aos do fim do Império Romano, também ele no seu estertor cercado de bárbaros, que o vieram a invadir e a transformar em ruínas a sua brilhante Civilização.
Os mesmos bárbaros cercaram mais tarde Constantinopla, o centro do então Império Romano do Oriente. E enquanto os seus governantes discutiam o sexo dos anjos, os bárbaros arrombavam os portões da cidade e conquistavam-na, também destruindo aquela notável Civilização.
O mesmo se passa em Portugal, país onde se criminaliza o abandono e os maus tratos a animais, e onde Idosos são vítimas indefesas de maus tratos e abandono pelos seus semelhantes, país onde é permitido matar antes de nascer e no final da vida.
Em Portugal os governantes não só ignoram o perigo da invasão muçulmana, como a incentivam. E quanto ao Covid-19, a retórica continua superior à luta contra o vírus.
30 de Março de 2010

sexta-feira, março 06, 2020

Dia Internacional da Mulher - 2020

Desabafo 2019/2020 - XI

Outrora a Escola era um lugar de saberes, de aprendizagem, de educação social e cívica. Na Escola ensinava-se e aprendia-se. Na Escola o Aluno e o Professor completavam-se na formação integral da Pessoa.
Em casa os Pais educavam os Filhos, e quando estes iam para a Escola sabiam dos seus direitos e sobretudo dos seus deveres.
Hoje a Escola é como que um ‘depósito’, onde as novas teorias pedagógicas criaram a maior forma de facilitismo. Em casa há a demissão de educar.
Não se respeita o Professor, não se respeita o Funcionário que zela pela Escola.
Diferentes e diversas formas de violência campeam na Escola. Professores e Funcionários são agredidos verbal e fisicamente por alunos, familiares e gente estranha à própria Escola. Alunos agridem colegas.
Os sindicatos da área preocupam-se mais em fazeir guerra política aos Governos, do que em denunciar da forma mais veemente a violência que grassa na Escola,
O próprio ministro que tutela a Educação, ainda há pouco veio desculpar e desculpabilizar um aluno que agredira um Professor.
Os partidos políticos com assento parlamentar nunca apresentam soluções para o fim da violência na Escola. Há muito que se demitiram em relação à Escola.
A tudo isto assiste impávida a sociedade portuguesa, sem que dela venha a mais pequena solidariedade para Funcionários e Professores.
A Escola está ‘doente’. Muito ‘doente’!
2 de Março de 2020

quarta-feira, fevereiro 19, 2020

Desabafos 2019/2020 - X

É público que o preço da electricidade em Portugal é alto. Porventura, a principal razão é a forte componente do imposto, o IVA, que está no valor máximo da tributação.
O IVA da electricidade em Portugal tem o valor máximo de 23%.
Ao ser taxada em 23%, a electricidade tem uma taxa ao nível dos bens de luxo.
Será que a electricidade é um bem de luxo, ou um bem de primeira necessidade?
Se a electricidade fosse taxada como bem de primeira necessidade, teria a taxa de 6%.
Partidos políticos dos dois quadrantes ideológicos, esquerda e direita, defenderam no período anterior à apresentação do Orçamento de Estado para 2020 a baixa do IVA na electricidade. Apenas o PS era contra.
No final, jogos políticos à direita e à esquerda, cruzamento de votações com coligações à esquerda e à direita, inviabilizaram a baixa do IVA na electricidade.
Hoje os portugueses continuam a para a electricidade com a taxa em 23%.
Hoje o parlamento e os partidos com assento na Assembleia da República estão mais desacreditados.
Hoje a classe política está mais descredibilizada.
Hoje o cargo de presidente da República está abastardado, com o silêncio e os silêncios do titular.
Esta Terceira República caminha para o seu estertor.
São patéticos os congressos partidários, onde minorias organizadas sedentas de protagonismo se tornam maiorias.
São anedóticas as intervenções no parlamento de parlamentares incultos e radicais, intolerantes e racistas.
É confrangedor o discurso dos membros do governo.
É pungente ver as atitudes circenses do presidente da República.
E o IVA da electricidade está nos 23%!
17 de Fevereiro de 2020

terça-feira, fevereiro 11, 2020

Desabafos 2019/2020 - IX

A lista tem mais de 150 taxas, licenças, impostos e contribuições.
A carga fiscal em Portugal está a aumentar. Famílias e empresas pagam em 2020 mais do que em 2019.
A fonte é a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), e a lista dos impostos é da responsabilidade do Instituto Nacional de Estatística (INE).
INE e UTAO são entidades credíveis, pelo que por mais que se tente negar, a verdade é que em 2020 a carga fiscal aumenta para os portugueses, carga fiscal essa que está estão dividida por contribuições, impostos, licenças e taxas.
O socialismo não cria riqueza, o socialismo caracteriza-se pelo aumento brutal e continuado da carga fiscal, asfixiando as empresas e as famílias.
Os cálculos da UTAO apontam para uma carga fiscal de 35,4% do PIB este ano, o valor mais elevado da história recente.
Um outro dado diz que a carga fiscal é mais concentrada na tributação indirecta, a que incide sobre o consumo.
Por muito que queira, como diz o ditado popular, “tapar o sol com a peneira”, o governo socialista aumenta a carga fiscal todos os anos.
Mas os portugueses que votam na esquerda, e são a maioria, concordam com o aumento dos impostos. Se não concordassem, não votariam nos socialismos do PS e na extrema-esquerda do PCP e BE.
Dito assim, «vivam as mais de 150 taxas, licenças, impostos e contribuições». O povo paga e está contente e continua a votar no socialismo.
3 de Fevereiro de 2020
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terça-feira, janeiro 21, 2020

Desabafos 2019/2020 - VIII

Professores agredidos no local de trabalho, a Escola. Médicos e enfermeiros agredidos no local de trabalho, hospital e centro de saúde. Bombeiros agredidos no local de trabalha, o quartel. Magistrados agredidos no local de trabalho, tribunal. E mais agressões em locais de trabalho, sejam repartições de finanças, bancos, comércio e outros. Tantas vítimas.
Vive-se, cada vez mais, um clima de medo. Há zonas nas grandes cidades e nas suas periferias controladas por gangues. Nas pequenas e médias cidades começa a ser perigoso andar na rua à noite.
O que a comunicação social escreve ou mostra acerca da violência que diariamente acontece em países da europa, para não falar noutros lugares do mundo, começa a acontecer em Portugal.
Mas, segundo os políticos, nada se passa por cá!
O governo socialista ignora deliberadamente os factos, enquanto os seus apoiantes de extrema-esquerda, BE e Livre, apelam e defendem a violência racista e xenófoba.
Hoje em Portugal são permitidas manifestações racistas. O racismo é cartilha de partidos com representação parlamentar, como o Livre e o BE.
E o circense actual presidente da República dá os piores exemplos de populismo, não dignificando a função que exerce.
A impunidade campeia face à violência de grupos radicais racistas. E outras formas de violência crescem, sem que as autoridades consigam minorar o flagelo.
20 de Janeiro de 2020

quinta-feira, janeiro 09, 2020

Desabafos 2019/2020 - VII

Eis que chegou 2020! Este novo ano tem novos impostos, e mais, a carga fiscal dos Portugueses vai aumentar. Os Portugueses vão este ano de 2020 pagar mais em impostos do que pagaram no ano anterior.
Vergonha! Esta palavra quem querem castrar do dicionário político em Portugal, é a mais adequada para definir o estado actual do país. É mesmo uma vergonha, vergonhosa, dir-se-á, a brutal carga de impostos a que o cidadão comum está sujeito em 2020 em Portugal!
O socialismo no seu resplendor!
2020 vai ser um ano difícil para os Portugueses. Não sendo ano eleitoral, o governo socialista tudo procurará taxar.
Os Portugueses aceitariam todos os sacrifícios, se deles surgissem melhoria para as suas vidas. Mas com a situação na área da Saúde e da segurança Social, que futuro para os Portugueses?
Foi um insulto o aumento de 0,3% na função pública! Foi um insulto o aumento das pensões. Mas é isto mesmo o socialismo!
Vergonha!
Com este governo socialista o país não terá crescimento económico e social, a proletarização da classe média aumentará, a pobreza crescerá.
O ano de 2020 terá fortes convulsões sociais, e se o governo socialista é um mau governo, pior é o desempenho do presidente da República, uma figura circense.
E a tentativa, no final do passado ano, do presidente da assembleia da República impedir um deputado de usar a palavra “vergonha” no parlamento, a chamada ‘casa da Democracia’, é uma tentativa de castração do Pensamento, e é também, mais do que um acto censório, uma forma sibilina de Totalitarismo.
6 de Janeiro de 2020

quarta-feira, janeiro 08, 2020

Desabafos 2029/2020 - VI

Portalegre é cada dia que passa uma espécie de fenómeno. É um fenómeno face ao desgoverno autárquico. Como é possível estar continuadamente ingovernável e ainda não existir a coragem para haver eleições intercalares.
A cidade de Portalegre e o seu concelho estão paralisados face as guerras políticas que tornam impossível qualquer forma de gestão por parte da autarquia.
PCP, PS, PSD, ora se aliam para inviabilizar qualquer medida apresentada pelo CLIP, ora se combatem e aliam-se ao CLIP para inviabilizar uma proposta de um outro partido.
Também acontece o mesmo partido apresentar uma proposta, que até é aprovada por maioria, e na reunião seguinte apresenta uma proposta que anula a anterior e esta é aprovada por diferente maioria.
A tudo isto assiste Portalegre, cidade e concelho, como se nada fosse, como se tudo não tornasse mais difícil o dia-a-dia dos munícipes.
E, mais, se houvesse eleições intercalares autárquicas no concelho de Portalegre, os resultados em nada difeririam dos anteriores. Por isso, como diz o ditado popular, «o último que feche a porta».
Todavia, que se fale de um caso que se passa em Portalegre.
Há um museu na cidade de Portalegre denominado Museu Robinson.
O Museu Robinson está fechado porque não tem luz. A autarquia não paga a conta da luz, e quem de direito cortou a ligação.
Também aqui serve o ditado popular, «o último que apague a luz».
23 de Dezembro de 2019

terça-feira, dezembro 10, 2019

Desabafos 2019/2020-V

A esquerda perdeu o combate ideológico com a queda do comunismo. Então, ficou órfã de causas.
Mas em breve encontrou novos paraísos concentracionários nas causas fracturantes, que vão desde a liberdade no aborto, à libertinagem nos comportamentos e costumes, passando por novas formas de racismo e xenofobia, tudo numa amálgama de radicalismos e extremismos.
Em Portugal, a extrema-esquerda tem uma expressão única no mundo, passando os 20% em termos das últimas eleições legislativas.
Portugal é o país da União Europeia com uma governação mais à esquerda, com a consequente radicalização de políticas nas áreas económicas e sociais, e consequente falência de serviços como o Serviço Nacional de Saúde e o sistema de Segurança Social. A própria economia está asfixiada em impostos, enquanto o comum do cidadão tem impostos directos e indirectos em valores extremos.
A mais recente causa da esquerda é o clima, mais propriamente as denominadas “alterações climáticas”.
O clima tem sofrido alterações ao longo do tempo, sejam séculos ou milénios. O clima do planeta Terra nunca foi uniforme. O clima tem ciclos, e hoje vive-se um desses ciclos.
Contudo, grandes interesses económicos na área da energia, travam uma batalha, tendo em vista a mudança de paradigma. Novas indústrias da área da energia querem substituir as actuais fontes de energia por outras, e utilizam todos os meios para fazerem passar a mensagem. Tudo não passa de uma enorme guerra comercial.
No xadrez desta guerra comercial, há sempre peões, e o principal é a esquerda. Numa guerra entre as forças capitalistas que se digladiam usando o clima como bandeira, a esquerda faz o papel de ‘idiota útil’ do capitalismo.
9 de Dezembro de 2019

segunda-feira, novembro 25, 2019

Desabafos 2019/2020 - IV

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Hoje, 25 de Novembro de 2019, é um dia em que se celebra a Liberdade. Há 44 anos, o PCP e a Extrema-Esquerda foram derrotados na sua via para o Totalitarismo.
Homens da estirpe de um Jaime Neves acabaram com a deriva radical em que Portugal mergulhara.
O 28 de Setembro de 1974 e o 11 de Março de 1975, são datas que importa reter, porque no seu intervalo aconteceram factos políticos e militares que transformaram o viver dos Portugueses. O ódio, a vingança, a violência, tomaram o lugar da tolerância, da Democracia.
Entre Setembro de 1974 e Novembro de 1975, Portugal esteve sob o jugo totalitários de militares e políticos extremistas que queriam implantar uma ditadura marxista.
Foi o Povo que saiu à rua em todo o Portugal, quem primeiro lutou contra os totalitários. Mas só no dia 25 de Novembro os militares colocaram fim ao estado das coisas.
Ficou um país destruído na agricultura, na indústria, no comércio. Passadas quase quatro décadas e meia, ainda se sentem os malefícios do denominado PREC, Processo Revolucionário em Curso.
Que o dia 25 de Novembro de 1975 não seja esquecido, principalmente num tempo em que nuvens cinzentas de novos totalitarismos se aproximam no horizonte.
Trinta anos após a queda do Muro de Berlim, símbolo da feroz ditadura comunista, novos radicalismos, novos extremismos pululam.
Portugal é hoje o país mais à esquerda da Europa Ocidental, o país que tem mais representações parlamentares de extrema-esquerda, a comunista, a bloquista, e as do populismo radical, planetário, animalista, racial e sexual. PCP, BE, PAN, Livre.
25 de Novembro, sempre!
Viva a Liberdade!
25 de Novembro de 2019
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segunda-feira, novembro 11, 2019

Desabafos 2019/2020 - III

Muito recentemente, duas Corporações de Bombeiros, uma de Borba outra de Elvas, sofreram ataques na pessoa dos seus trabalhadores.
As agressões de que foram vítimas os bombeiros foram da autoria de gente de etnia cigana, facto que levou o ministro que tutela a área dos Bombeiros Voluntários a insurgir-se contra a divulgação pública daquelas agressões.
É caso para se dizer que os “criminosos” foram os agredidos e não os agressores!
A maioria da comunicação social, embora dando a notícia, também omitiu quem eram os agressores. O que mostra que as vítimas são as culpadas e os criminosos as vítimas!
Vive-se hoje em Portugal um clima de medo, face ao que se pode dizer em público.
Com a chegada ao parlamento de uma indivídua racista e xenófoba, ligada a um partido de extrema-esquerda, Portugal vive uma realidade nova, que vai ajudar a extremar formas de racismo e xenofobia.
A subversão de Valores em que a sociedade portuguesa mergulhou, vai tornar os cidadãos cada vez mais receosos, mais inseguros, face ao dia-a-dia em que se vive.
A impunidade de que os criminosos gozam, face ao Estado e face aos cidadãos, fazem com que o próprio Estado seja refém do crime e da violência.
A criminalização do Pensamento que combate a violência e o crime conduz ao Totalitarismo.
Em Portugal caminha-se para um Totalitarismo do pensamento único, aquele que fomenta o ódio, o racismo e a xenofobia, de que é exemplo maior a deputada de extrema-esquerda, que usa o parlamento para fazer campanha contra os Valores da Civilização Ocidental, os Valores do Humanismo, da Tolerância, da Liberdade e da Democracia.
11 de Novembro de 2019

Desabafos 2019/2020 - II

Dois anos passados desde as últimas eleições autárquicas, os Portalegrenses têm razões para estarem apreensivos com o futuro do Concelho de Portalegre.
O primeiro ano deste executivo camarário ficará na memória, pelo “albergue espanhol”, que teve a virtude de colocar lado a lado o PCP e o PSD, coligados com o CLIP.
O segundo ano começou com a saída do PCP do acordo tripartido.
Contudo esta decisão política não permitiu acabar de imediato com a “gestão habilidosa” que vinha sendo feita, que teve continuidade no apoio do eleito pelo PSD, a quem curiosamente a concelhia de Portalegre deste partido lhe retirou a confiança politica.
O ano não terminaria sem que este elemento do PSD, no início deste verão, renunciasse aos pelouros que lhe estavam atribuídos, alegadamente “pela trapalhada que é a Fundação Robinson”.
Este Outono fica já marcado pela retirada de confiança política da oposição PS, PSD e PCP à Presidente do Executivo.
Compreensivelmente, considera-se que esta situação política tem que ter uma solução.
CLIP, PS, PCP e PSD têm que ter coragem e tomar uma decisão conjunta em prol do Concelho de Portalegre. E essa decisão só pode ser a demissão.
É, cada dia que passa, mais urgente a realização de eleições intercalares no Concelho de Portalegre.
Por uma vez, que os eleitos do PS, PSD, PCP e do CLIP coloquem os interesses do Concelho de Portalegre, à frente dos seus.
28 de Outubro de 2019

quarta-feira, outubro 16, 2019

OS 'DONOS' DO CDS




A existência de lóbies, de ‘forças’ dentro dos partidos políticos que manobram, que influenciam, que determinam fora do ‘grande público’, longe dos militantes, a estratégia, a liderança desse mesmo partido, é um facto indesmentível.
O CDS não foge a essa regra, e hoje António Lobo Xavier e António Pires de Lima são quem realmente ‘dispõe’ no CDS.
Pires de Lima e Lobo Xavier, um a sul, outro a norte, representam os interesses da economia e das finanças privadas, sendo ‘testas de ferro’ de empresas e empresários junto do CDS. Essa representação torna-os figuras determinantes quando das escolhas de dirigentes de topo no partido, de deputados na assembleia, e quando o CDS está no governo, de ministeriáveis.
Dentro do CDS têm ‘peões de brega’, que levam e trazem informação, por forma a estarem sempre bem informados e em simultâneo serem executadas as suas ordens.
Lobo Xavier começou na JC, e passou para o CDS, e desde então nunca deixou de exercer influência à medida que ia entrando no mundo dos negócios nortenhos. Ele próprio não passa de ‘testa de ferro’ desses mesmos negócios e negociantes.
Pires de Lima surge mais tarde no CDS do que Lobo Xavier, mas rapidamente assume papel de lobista, de uma parte da economia situada na zona da capital e arredores.
Ambos aprendizes de Maquiavel, Lobo Xavier é um Florentino nato, enquanto Pires de Lima utiliza por vezes uma atitude que roça a boçalidade.
Nesta enorme crise por que passa o CDS, já vieram a público dizer o que pensam. Ou o que lhe disseram para pensar e dizer.
E o que ambos disseram, e que era expectável, leva o CDS a continuar no plano inclinado para a sua extinção.
Se o CDS quiser voltar a ser um Partido que conte no xadrez da Direita em Portugal, tem que estar atento às palavras e acções de Pires de Lima e Lobo Xavier, contrariando-os em tudo o que dizem e fazem.
Os interesses que Lobo Xavier e Pires de Lima representam para o seu CDS são o contrário do que o Partido precisa.
António Pires de Lima e António Lobo Xavier não representam Valores e Princípios para o CDS, apenas interesses, e interesses de ordem económica e financeira.

segunda-feira, outubro 14, 2019

Desabafos 2019/2010 - I - Cristas out!

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Assumpção Cristas era contra Donald Trump. E perdeu!
Assumpção Cristas era contra Jair Bolsonaro. E perdeu!
Assumpção Cristas era contra Victor Urbán. E perdeu!
Assumpção Cristas era a favor da expulsão do partido de Victor Urbán do grupo do Partido Popular Europeu. E perdeu!
Assumpção Cristas era contra a eleição de André Ventura para o parlamento. E perdeu!
Assumpção Cristas é uma perdedora política nata, que também perdeu o próprio partido, o CDS!
Assumpção Cristas teve dois resultados eleitorais consecutivos péssimos, nas eleições europeias e nas eleições legislativas. Agora anunciou que sai da liderança no próximo congresso do partido. Mas sai tarde! Sai com o CDS reduzido a uma expressão eleitoral baixa e uma representação parlamentar mínima.
Mas Assumpção Cristas não está sozinha nestes péssimos resultados eleitorais. A equipa que lidera também é responsável pelos resultados eleitorais negativos. E essa equipa, que tem nomes, também tem que assumir as responsabilidades, coisa que cobardemente ainda não fez. Aliás, gente dessa equipa já se está a posicionar para lhe suceder na liderança deste moribundo CDS!
Assumpção Cristas deixa o CDS numa situação política e ideológica sem rumo.
Com um consulado marcado por laivos de radicalismo quanto a valores e a costumes, aproximando-se da esquerda radical, afugentou o eleitorado tradicional do CDS, e agora teve o resultado que merecia.
Que Assumpção Cristas vá cultivar kivis, e nos tempos livres que pinte desenhos com as cores do arco-íris!
Rádio Portalegre, 14 de Outubro de 2019
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quarta-feira, junho 05, 2019

Baile de Finalistas

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BAILE DE FINALISTAS
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O Baile de Finalistas era um momento importante na passagem pelo Liceu. E assim foi.
Passados anos, ele continua presente na memória.
Pertenci à Comissão de Finalistas, uma experiência pioneira, na qual se revelaram paixões, ódios, invejas e protagonismos. E foi a primeira vez que a política se intrometeu com e na minha vida. Gente politizada que queria politizar a Comissão.
Mas o que ficou foi o bom.
Para memória futura aqui está o cartaz. Com uma tiragem de 50 exemplares, guardo dois. Dificilmente haverá outros.

terça-feira, maio 21, 2019

Desabafos 2018/2019 - XXI

Há muito que a classe dos professores é “carne para canhão” para sindicatos, governos, alunos, encarregados de educação e população em geral.
Os professores tornaram-se odientos para a opinião pública, um grupo social desprezível, uma classe a abater.
Os professores têm sido vítimas de experiências ditas pedagógicas desde o tempo em que Veiga Simão era ministro da Educação até hoje. Todos os anos surgem alterações que transformam os professores em burocratas, impedindo-os da nobre arte de ensinar.
O facilitismo face a notas e exames, em vez de dar aos professores prestígio, transforma-os em alvo fácil de menorização social.
São sucessivos governos, através do ministério que tutela a Educação, quem promove o facilitismo de e por todas as formas, sempre com o fim estatístico do número de aprovações.
Hoje os professores são alvo da indisciplina de alunos, de grosseria de encarregados de educação, de violência de alunos, de violência de encarregados de educação. Hoje os professores são alvo de todos os insultos da sociedade, que neles vê ‘inimigos’.
Os professores perderam estatuto social e económico. Impedidos de se afirmarem na sociedade pela função que desempenham, são tratados como seres menores no sistema educativo, com os resultados que se conhecem.
Hoje a Escola não ensina, não forma, não educa. A desregulação da entidade Família piora a situação do professor. Há muito que a demissão parental face à educação dos filhos é um drama e simultaneamente uma evidência. E o professor também é uma vítima dessa desregulação.
Ser professor hoje é ser um herói. E o futuro dar-lhe-á razão.
Rádio Portalegre, 20 de Maio de 2019

segunda-feira, maio 20, 2019

Avelino Bento

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NO RIO... ONDE COMEÇA O MAR
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No épico de J.R.R. Tolkien, «The Lord of the Rings», a vitória do Bem sobre o Mal tem como base a amizade entre Frodo e Sam. Sem essa amizade a demanda não teria o fim desejado, e as Trevas venceriam a Luz. Às dúvidas e medos de Frodo, respondeu sempre Sam com a mais pura das amizades.
O Senhor Oliveira da Figueira é a personagem portuguesa mais conhecida no universo de Hergé. Amigo do seu amigo, tem em «Tintin au pays de l’or noire», a oportunidade de mostrar a força da sua amizade por Tintin. Na referência que Hergé faz ao Senhor Oliveira da Figueira, define-o como “um amigo leal”. E num célebre cartão de boas-festas dos Studios Hergé, datado de 1973, o Senhor Oliveira da Figueira surge mesmo ao lado do próprio Georges Remi. Hergé dá a direita ao leal amigo Oliveira da Figueira.
A cumplicidade estabelecida entre Rick Blaine e o capitão Louis Renault, quando da partida do avião que leva Victor Laszlo e Ilsa Lund de Casablanca para Lisboa, faz com que Rick diga a Louis que “é o princípio de uma linda amizade”.
É um bem raro nos tempos que correm, a amizade.  Em sentido largo, pode afirmar-se que é uma forma de relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição. Na amizade, a lealdade é um princípio fundamental. Cultivá-la é uma arte, uma nobre arte. E como é verdadeira a amizade, quando surge entre “amigos improváveis”.
A ideia de intervenção cultural na sociedade portalegrense fez com que conhecesse pessoalmente o Avelino. Amigo comum, Carlos Juzarte Rôlo, foi o elo da ligação da qual resultou a constituição de um grupo de pessoas, cujo elemento comum era o interesse na intervenção cívica na comunidade, através da cultura.
Nasce assim a «Associação Janus – Projecto Cultural». Com Américo Agostinho, Avelino Bento, Carlos Juzarte Rôlo, Fernando Correia Pina, José Polainas, eu próprio, constituímos o núcleo duro. A «Janus» levou a cabo várias iniciativas. Teve vida curta, mas todos os seus eventos tiveram a presença de elites culturais de Portalegre.
Entretanto, a «Plátano, Revista de Arte e Crítica de Portalegre» já tinha existência física. E este grupo passou a colaborar de forma mais intensa na revista, através da participação escrita e nas suas apresentações públicas.
Em todo este percurso, construiu-se forte camaradagem. E também em periódicos encontros, nos quais se honra os manjares tradicionais da região, sempre acompanhados da mais franca e salutar troca de ideias.
Ao longo dos anos a minha relação com o Avelino foi no sentido de se ter criado uma relação de amizade, baseada no respeito, mas também nas diferenças.
A defesa de Princípios e Valores distintos, feita com coerência, com verdade e tolerância, com a maior liberdade de pensar e agir, a tal improbabilidade, foi o cimento para a amizade pura e fraterna que nos une, e que me honra.
Avelino Bento é um académico. Dedicou à Escola, à sua Escola, o melhor dos seus anos e da sua vida. Foi um professor competente, com um percurso que merece os maiores encómios.
Ainda não conhecia pessoalmente o Avelino, e já tinha lido «Teatro e Animação, outros percursos do desenvolvimento sócio-cultural no Alto Alentejo», que é a sua tese de doutoramento.
Já conhecia o Avelino e estive presente na apresentação do seu livro «O meu blog deu-me o mundo».
Hoje tenho o maior prazer em estar com o Avelino na apresentação do seu livro de poesia «No rio… onde começa o mar».
A blogosfera também nos aproximou, com as leituras que fazíamos nos nossos blogs, «A Voz Portalegrense» e «Exdra/Animação». Muito aprendi no «Exdra/Animação», aliás, o período de ouro dos blogues foi extraordinário na difusão e troca de saberes.
Não posso esquecer que foi o Avelino quem propôs o meu nome para apresentar um dos convidados do Ciclo de Conferências de Senadores do Instituto Politécnico de Portalegre. Com a concordância do então presidente do IPP, Doutor Joaquim Mourato, tive o privilégio de fazer a apresentação do Professor Adriano Moreira.
O Avelino é um homem do mundo. Culto, com uma excelente livraria, viajado, conhece vários continentes e inúmeros países e suas culturas, a sua escrita é erudita, sempre com a preocupação de transmitir o conhecimento, fundamentado em bases sólidas. Um excelente conversador, é sempre um prazer e uma mais-valia ouvir e conhecer as suas opiniões, todas elas bem construídas e documentadas.
É verdade que nas diferenças se aprende a colher. Não será despiciendo afirmar que o conhecimento e o saber fazem parte do crescimento integral do homem, na relação com a sociedade a que pertence.
Nesta fase da sua vida, o Avelino quis prestar mais um serviço à comunidade portalegrense, através de um trabalho de grande qualidade que vem desenvolvendo nesta casa da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portalegre.
Esta tarde é dedicada à Cultura, na sua componente poética. O Avelino oferece-nos o seu último trabalho, uma obra de Poesia, na qual pôs todo o seu Ser.
O momento é do Avelino. E eu sinto orgulho de estar com ele, de o viver junto com ele, de estar com o meu grande Amigo Avelino Bento.
Portalegre, 18 de Maio de 2019
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terça-feira, maio 07, 2019

Avelino Bento 18/05/2019

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segunda-feira, maio 06, 2019

DA PULHICE DO «HOMO SAPIENS»

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Enquanto se aguarda a publicação da acta da famigerada Assembleia Municipal de 29 de Abril de 2019, na qual foi votado e aprovado o nome do comunista Álvaro Cunhal para uma rotunda em Portalegre, segue-se o texto publicado no semanário «Alto Alentejo» de 1 de Maio de 2019, página 2.
Era bom que se lê-se com a maior atenção o texto.
Enquanto a coligação negativa PS-PCP inviabiliza um conjunto de obras tão necessárias quanto urgentes para os interesses de Portalegre e do seu concelho, unem-se socialistas e comunistas de Portalegre para homenagear um ditador, um totalitário, o comunista estalinista Álvaro Cunhal.
Diga-se que esta coligação negativa PS-PCP no concelho de Portalegre não deixa de ser em certa medida uma reedição do Pacto assinado em Moscovo em 23 de Agosto de 1939, entre socialistas alemães e comunistas russos. Um mal para a Humanidade, um mal para Portalegre.
Também se lê que a razão apresentada pelo líder dos comunistas na Assembleia Municipal, é que Álvaro Cunhal é um ‘fundador da democracia’.
Que Democracia defendia Cunhal? Sabe-se pelos seus escritos e pala sua práxis, que a “democracia” de Cunhal era a ditadura do proletariado, uma ditadura atroz, um Totalitarismo, o Comunismo.
O mesmo líder comunista afirmou que 'a homenagem a Cunhal faz todo o sentido'.
Para quem defende a Ditadura, homenagear Cunhal faz todo o sentido, o mesmo sentido se se homenagear Estaline, Fidel Castro ou outro ditador comunista.
Segundo o jornal, houve uma dupla abstenção no PSD.
Aqui o «Alto Alentejo» não foi fidedigno.
Há dois PSD’s em Portalegre, um legítimo, outro que usa o nome do PSD em proveito próprio.
É público que o PSD do concelho de Portalegre tirou a confiança política ao vereador, ‘aterrado de paraquedas’ no concelho. Mas este mantém-se no lugar, por razões do foro pessoal, vulgo interesse pessoal. Há muito que não tem vida profissional, e necessita “como pão para a boca” deste lugar.
Também o verdadeiro e legítimo PSD do concelho de Portalegre retirou confiança política a membros da Assembleia Municipal, que hoje usam o nome do Partido mas que se representam a si próprios.
É desta gente que sai a abstenção.
Esta gente mostra não conhecer a História do PSD no próprio concelho de Portalegre, e a atitude que tomaram representa uma falta de respeito pelos Sociais-Democratas do concelho de Portalegre Vítimas do Comunismo.
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Post-scriptum – Respeito o comunista que apresentou e defendeu a proposta, pela sua coerência.
Não respeito os abstencionistas, pelas razões acima apontadas.

O Soviete de Portalegre

Em Portalegre há muito que a coragem desapareceu.
Coragem é uma palavra vã.
Fala-se em surdina com medo de desagradar aos ‘poderosos’. Às claras, bajula-se os que têm poder, mas nas costas diz-se mal deles. A inveja é lei.
Em Portalegre não há coragem de dizer que o PCP tem uma agenda política, cujo objectivo final é a sovietização de Portalegre.
Os comunistas de Portalegre, discípulos de Gramsci, mas também de Estaline e do seu discípulo dilecto Álvaro Cunhal, têm um programa de conquista de poder que começa pela Cultura.
Assim, dominam as principais colectividades culturais de Portalegre, ocupam instituições centenárias como a Cooperativa Operária. E só lhes tem corrido mal, até ver, o assalto à Fundação Robinson, quiçá, por este assalto estar a ser da responsabilidade do seu satélite, o denominado ‘Partido Ecologista “Os Verdes”’.
Em tudo o resto, a sovietização de Portalegre, corre bem, sendo a última batalha ganha a atribuição do nome de Álvaro Cunhal a uma rotunda.
Com uma implantação diminuta, nas últimas eleições legislativas de 2015 obteve 831 votos a que corresponde 6,51%, consegue protagonizar a agenda política do concelho.
O PCP de Portalegre é quem gere, quem domina a agenda política do concelho.
Minoritário em mandatos, mas com influência maioritária, é o único partido que prepara as Assembleias Municipais, a ponto de as propostas que apresenta, por falta de preparação dos outros deputados municipais, tomarem o tempo das ditas Assembleias Municipais e consequente aprovação, com foi o caso da «Rotunda Álvaro Cunhal».
E quando a proposta está em vias de não ser aprovada, “acontece” que um dos deputados municipais de outra bancada que ia votar contra, se ausenta temporariamente, para que a proposta comunista tenha os votos necessários para ser aprovada.
Sim! É assim que acontece. E basta ir ver às actas das sessões para se saber quem protagoniza este acto espúrio.
Portalegre é um ‘fenómeno’, politicamente falando.
Que se diga que “compagnons de route”, ou “tolos úteis” do PCP, há em Portalegre em todos os quadrantes políticos, CDS, PSD, PS.
Quanto ao PS, cada vez que se coliga em votações com o PCP, Portalegre e o seu concelho ficam a perder.
Portalegre regrediu no tempo. Mas tem o que merece!
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Post-scriptum - Que se diga que se os comunistas não tivessem tomado conta das tais associações culturais, há muito que tinham acabado.