\ A VOZ PORTALEGRENSE: Maio 2016

terça-feira, maio 24, 2016

Desabafos 2015/2016 - XVII

«Papa lamenta quem sente compaixão por animais e indiferença pelo vizinho», é um título, escrito ou dito de formas diferentes, mas com este claro conteúdo e significado, que circulou por todas as formas de comunicação.
Por uma vez parece que o papa jesuíta ‘desceu à terra’, ou dito de outra forma, o actual papa como que acordou para a crua realidade do quotidiano, principalmente europeu, de um hedonismo feroz.
Em Portugal há um partido político que diz representar os animais, quiçá, os interesses dos animais, e os humanos portugueses votaram nele a ponto de o dito ter elegido um deputado nas últimas eleições legislativas.
É sabido o estado moribundo, roçando o grotesco, em que está mergulhada a civilização europeia. O crime contra a Vida Humana, que parece não preocupar muito o papa jesuíta, a perda dos Valores que construíram a Europa, os atentados à Ética e à Moral, que também parecem não preocupar de maneira o mesmo jesuíta papa, tornaram insensível o Homem perante o seu Semelhante, a ponto de um animal irracional como, entre outros, o cão e o gato, sere colocado ao mesmo nível do Homem, criado à imagem e semelhança de Deus.
Entretanto a Europa, e Portugal, caminha para um fim histórico, e tal como aconteceu quando da queda de Constantinopla, discute-se o ‘sexo dos anjos’.
As grandes Instituições que tornaram forte a Europa, e Portugal, como a Família, a Religião Católica, a Cultura greco-romana, estão em acentuado declínio. O radicalismo de matriz marxista, geradora da pior tirania, o comunismo, renasce com novas roupagens e campeia na Europa do Sul, na Grécia, em Espanha e em Portugal.
Mário Casa Nova Martins
Rádio Portalegre, 23 de Maio de 2016

terça-feira, maio 10, 2016

Desabafos 2015/2016 - XVI

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A CGTP, correia de transmissão do PCP na área sindical, anunciou uma jornada de luta na semana de 16 a 20 de Maio próximo, com greves, manifestações e concentrações, por melhores salários e para demonstrar força.
Há muito que se esperava o ‘despertar’ deste dinossauro, que tinha ‘hibernado’ com o apoio da casa-mãe, o PCP, ao governo minoritário do PS.
O mote para as greves é «pela reposição dos direitos dos trabalhadores». Mas a verdade é sempre a mesma, um tempo de greves políticas, com as quais são os trabalhadores que utilizam os serviços em greve os mais sacrificados e prejudicados.
Mas que interessa isso, se a CGTP e o PCP defendem que destas ‘lutas’ saem mais fortes.
Sempre com a ideia de criar o caos, o PCP e a CGTP continuam não a lutar pelos direitos dos trabalhadores, mas a tentarem destruir a economia, as empresas e os postos de trabalho.
A sabotagem económica tem sido uma constante ao longo da Terceira República por parte desta Esquerda radical. A destruição do tecido económico e financeiro começou em 11 de Março de 1975, e de então para cá, seguindo a estratégia marxista-leninista pelo controlo dos meios de produção, os comunistas tudo têm feito para destruir tudo o que lhes faça frente para a tomada antidemocrática do poder.
Os trabalhadores têm sido ‘carne para canhão’ desta luta antipatriótica, na qual as greves de cariz político assumem papel de relevo.
Contudo, os tempos mostram que a força da CGTP é cada vez menor. Apenas no sector do Estado consegue manipular os trabalhadores, e mesmo neste apenas uma sua pequena parte, concentrada em Lisboa e na sua cintura.
Com a situação económica muito frágil, Portugal vai sofrer por via de mais instabilidade na área do trabalho. Tudo em nome de “amanhãs que cantam”.
Mário Casa Nova Martins
Rádio Portalegre, 9 de Maio de 2016

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