\ A VOZ PORTALEGRENSE: Crónica de Nenhures

segunda-feira, dezembro 09, 2013

Crónica de Nenhures


Os mansos
 
«Não tenho nenhuma paixão pela igualdade,
que me parece a mera idealização da inveja.»
Oliver Wendell Holmes (1809-1894)
 
A raiz da esquerda moderna é marxista.
A social-democracia tem uma origem no marxismo.
É esta a ordem que saiu da Guerra Civil Europeia de 1914-1945.
O igualitarismo que essa ordem fomentou destruiu as bases da sociedade europeia, uma Europa cuja metade a leste esteve largo tempo sob o jugo do comunismo, um marxismo radical, o qual gera, tem em si o gérmen da violência.
A violência é intrínseca ao comunismo.
Hoje não há Europa, mas Europas. E Portugal pertence à Europa do Sul, que tudo alienou, que tudo vendeu à Europa do Norte, em troca de um punhado de moedas.
No caso de Portugal, o seu povo, os portugueses vêm ao longo de sucessivos actos eleitorais agradecendo a quem destruiu a sua agricultura, a sua indústria, as suas pescas, dando, doando o seu voto aos partidos do sistema.
Perante isto, que dizer?
Que se diga que a situação actual é da responsabilidade dos portugueses que livremente escolheram e perpetuam a classe política que os governa.
Hoje em dia assiste-se à revanche dos derrotados do 25 de novembro de 1975, liderados pelo jacobino que é responsável pela primeira bancarrota desta III República.
O povo, os portugueses apoiam.
O povo, os portugueses são “carne para canhão” destes marxistas, que os utilizam nos seus actos de subversão.
Hoje não se ocupam propriedades particulares, mas sim Ministérios.
Hoje já não se invadem casas particulares, mas sim instituições do Estado
Hoje não se cerca o Parlamento, entra-se em solo sagrado da Democracia, conspurca-se o solo sagrado da Democracia.
E a tudo o povo, os portugueses assistem e aplaudem, acreditando que o amanhã será radioso. Concentracionário!
A Escola é um depósito de saberes marginais que deformam o corpo e o espírito das novas gerações.
A Escola formata o ‘homem novo’, o futuro exército de marginais que liderará a vanguarda dos amanhãs que cantam que minarão o que resta da sociedade, que destruirá os alicerces da Matriz Europeia.
E de Roma, o jesuíta solidariza-se com a canalha que o irá aniquilar.
Não ficará pedra sobre pedra da Casa Europa.
A multidão ululante fará do Solo da Europa a campa da Civilização Europeia.
E então a besta reinará.
O povo, os portugueses merecem.
Mário Casa Nova Martins

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