\ A VOZ PORTALEGRENSE: Amílcar Santos, o Presidente injustiçado – II

quinta-feira, dezembro 12, 2013

Amílcar Santos, o Presidente injustiçado – II

O tempo da campanha
Joga-se forte para a sucessão de João Transmontano de Oliveira Miguéns. Autarca-presidente há dois mandatos consecutivos, João Transmontano desempenhava o cargo a contento da maioria dos portalegrenses. Simpático e prestável, contudo, saia da função agastado com o partido pelo qual fora eleito.
Dos quatro candidatos, três eram figuras públicas, com obra na comunidade, enquanto o quarto, a única candidatura que publicamente alguma vez apoiámos, diga-se, tinha pela frente um futuro profissional promissor.
Malato Correia, pelo PPD-PSD, era uma figura prestigiada, com um percurso profissional notável. O mesmo se podia dizer de Amílcar Santos, pelo PS. Joaquim Miranda era um político de carreira, que em representação do PCP no Parlamento Europeu deixara uma marca de competência política. Ana Pestana, pelo CDS, tinha já alguma obra realizada na área da arquitectura.
Foi uma campanha eleitoral em que a troca de argumentos entre candidatos e candidaturas, pela qualidade dos intervenientes, tornou clara, facilitou a escolha do eleitorado, que deu uma vitória relativa ao PS.
Sem se entrar em pormenores, e cingindo-nos apenas à candidatura vencedora, recorde-se os principais slogans, os quais irão acompanhar o mandato:
_ «Portalegre com rumo e futuro», e, «Somos um concelho com futuro».
De facto, o objectivo principal era preparar o futuro. Se foi conseguido, ou não, é o que se procurará inferir com a análise do que foi realizado, executado nos quatro anos seguintes pela equipa liderada por Amílcar de Jesus Santos.
Apresentamos abaixo, além das capas de dois folhetos da campanha da candidatura vencedora, as páginas 3 e 4 do Boletim Municipal N.º 1, Junho de 1998, com os nomes que compunham a Assembleia Municipal e o Executivo Municipal para aquele quadriénio.
Em posts seguintes iremos com algum detalhe recordar o que nos era dito e mostrado nos Boletins Municipais, de cuja colecção nos falta apenas o número 6. Também no final dos textos estão os links dos posts anteriores.
Mário Casa Nova Martins
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