\ A VOZ PORTALEGRENSE: Crónica de Nenhures

sábado, novembro 15, 2008

Crónica de Nenhures

A queda de um ídolo
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Quando, por mail, recebemos esta fotografia da parte de um Amigo Sportinguista, tivemos de imediato em mente um nome grande do futebol português, que se notabilizou primeiro em Setúbal, no Vitória Futebol Clube, e depois no Sport Lisboa e Benfica, o internacional Vítor Baptista.
Vítor Baptista foi um ídolo na década de setenta de mil e novecentos. À época, a sua ida para Lisboa foi a maior transferência do futebol português. O salário que ia ter no SLB era fabuloso. Mas uma vida desregrada a todos os níveis fez com que terminasse a sua vida cedo e como indigente.
Roger Flores veio do Brasil para o Benfica com a auréola de grande jogador. E de facto era um tecnicista bem acima da média. Todavia, era um péssimo profissional. Não se conseguiu impor no Clube e foi emprestado a clubes brasileiros, acabando por regressar de vez ao Brasil.
Roger continuou uma vida extra-futebol agitada, originando que nunca ter conseguido ser titular indiscutível.
E a tarja que aparece na bancada é o exemplo de que Roger dá mais importância à sua vida privada que à profissão. Ora, o futebol é uma profissão de desgaste rápido, termina pela primeira metade dos trinta anos de um jogador. Roger está perto dessa idade, e o seu futuro pós-futebol não parece risonho.
Mário Casa Nova Martins
Deborah Secco e Roger

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